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Rafael Alberto sola concerto para Vibrafone de Ney Rosauro em Belo Horizonte (MG)

A segunda apresentação da série Concertos para a Juventude traz o Chefe de Naipe de Percussão, Rafael Alberto, à frente da orquestra em dois solos: primeiro no vibrafone, em obra composta por Ney Rosauro, e em um inusitado "instrumento musical", uma máquina de escrever.


Marcos Arakaki, regente
Rafael Alberto, percussão

   

TOYAMARapsódia para Orquestra
ROSAUROConcerto para Vibrafone
ANDERSON     A Máquina de Escrever
RIMSKY-KORSAKOV   Capricho Espanhol, op. 34

R$ 5,00 (todos os setores)
Ingressos à venda na bilheteria do Sesc Palladium, de terça a domingo, das 9h às 21h, Informações:  (31) 3214-5350      

Meia-entrada válida para estudantes e maiores de 60 anos em todas as apresentações.

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais tem Rafael Alberto como chefe de naipe na Percussão (MG)


O percussionista Rafael Alberto acaba de ser aprovado como chefe do naipe de percussão da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, sem dúvida uma das melhores orquestras sinfônicas do Brasil. Rafael estudou no Conservatório de Tatuí, concluiu o seu bacharelado na UNESP em 2008 e está finalizando o seu mestrado na Universidade de Stonybrook, tendo como orientador  Eduardo Leandro.

Grupo de Percussão PIAP faz tournée de 37 dias pelos Estados Unidos

O PIAP (Grupo de Percussão do Instituto de Artes da UNESP) fez tournée pelos Estados Unidos durante 37 dias (09/01 a 14/02/2010) sob a direção de John Boudler, o qual também foi produtor, organizador e motorista da van por mais de oito mil quilômetros. O Grupo tem a co-direção de Carlos Stasi e Eduardo Gianesella.

Os integrantes do grupo que participaram da viagem (Adriano Letzel, Bruno Modolo Cabrera, Catarina Percinio Moreira da Silva,Charles Augusto Braga Leandro, Helvio Monteiro Mendes, Leonardo Bertolini Labrada, Marcos Raimundo Matos da Costa, Patrícia de Paula Vieira, Ronan Gil de Morais, Saulo Giovani Silva Bortoloso e Sérgio Ricardo Silva Coutinho) tocaram em 18 concertos e 11 masterclasses, repertório exclusivamente brasileiro incluindo peças de Flo Menezes, Mário Ficarelli, Carlos Stasi, Fernando Iazzetta, Dimitri Cervo, Rafael Alberto, Leonardo Gorosito, Paulo Costa Lima e Arthur Rinaldi. Muitas das peças foram escritas, estreadas ou encomendadas pelo/para o grupo.

Percutriz - Trio Percussivo (Rafael Alberto, Herivelto Brandino e Leonardo Gorosito)


PercuTRIZ - Trio Percussivo é formado por três alunos do terceiro ano do Curso de Bacharelado em Percussão da UNESP. Herivelto Brandino (20), Leonardo Gorosito (23) e Rafael Alberto (20) foram bolsistas no 37º Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão (julho, 2006), onde tiveram a oportunidade de estudar percussão com Eduardo Leandro. Animados, na volta a São Paulo formaram um trio com o apoio e a orientação de John Boudler. Dentro do concerto do Grupo PIAP – Grupo de Percussão do Instituto de Artes da UNESP – o trio apareceu publicamente pela primeira vez em setembro de 2006 na Sala São Paulo, bem como participou da II Bienal de Música Brasileira Contemporânea de Mato Grosso em Cuiabá.


O trio também já realizou três concertos próprios além de estrear a peça Canauê de Dimitri Cervo, em versão para trio, e a peça Têmpolis dos próprios integrantes do grupo.Em português triz significa por pouco, momento, nada, milagrosamente... TRIZ também é uma sigla russa que representa uma metodologia estruturada para a inovação, criada na década de 40 pelo brilhante pensador Genrich Altshuller. A sigla (transcrita para o nosso alfabeto como Teória Rechénia Izobretátelskih Zadátchi) foi adotada internacionalmente nos anos 70 e significa "Teoria da Solução Inventiva de Problemas".


TRIZ como um estudo da excelência, configura-se na junção da abstração, compilação e organização das melhores maneiras inovadoras de resolver problemas na forma de estratégias e princípios.PercuTRIZ - Trio Percussivo da UNESP tem o desafio de incorporar e aplicar estes significados em seus trabalhos musicais e artísticos.