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Mesa Redonda "Desconstruindo os consensos da Indústria Cultural" com Vant Vaz no 4º Dia Percussivo

O artista Vant Vaz, idealizador e coordenador há 21 anos do Coletivo Tribo Éthnos coordenará a mesa redonda "Desconstruindo os consensos da indústria cultural" às 09:00h no dia 02 de outubro de 2011 (domingo) no Auditório Jackson do Pandeiro no Espaço Cultural José Lins do Rêgo (FUNESC) dentro da programação do evento 4 Dia Percussivo. O evento, patrocinado pelo Fundo Municipal de Cultura (FMC - FUNJOPE) acontece de 30 de setembro a 02 de outubro organizando em parceria com a FUNESC. A mesa redonda pretende discutir e oferecer práticas colaborativas e criação de mercados para a produção cultural independente em contraponto aos Paradigmas da Indústria de Entretenimento.  Pretende-se abordar e discutir alguns questionamentos como por exemplo:  Como se estruturam os consensos de mercado cultural e quais os interesses ideológicos, econômicos e políticos nas abordagens da cultura de massas e Indústria Cultural?  Como se daria uma inserção de uma criação artística ou manifestação cultural no mercado sem perder suas características intrínsecas e peculiaridades? Arte ou produto, ou ambos? É possível tornar uma criação artística que não se insere nos padrões do Mercado tornar-se vendável? Algo que vende deixa de ser obra de arte? Relativizando os padrões de qualidade, o que quer dizer quando de diz que algo tem qualidade? Novas realidades que surgem, novas tecnologias e práticas colaborativas, o advento da troca, a cultura da gratuidade, compartilhamento de arquivos ou crime?  Novas formas de produção, licenciamento (Copyright x Creative Commons/Copyleft). Perspectivas e alternativas para outras formas de produção e criação de mercados são possíveis? Os efeitos da Globalização e do Neo-liberalismo agridem as tradições e culturas populares de países onde ainda existem tais manifestações? A hegemonia pode destruir as culturas diversas?
Para saber mais sobre o evento:
Twitter: @diapercussivo

Tribo Éthnos se apresenta no 4º Dia Percussivo

A tribo Éthnos fará participaçao especial no 4º Dia Percussivo. O grupo se apresentará juntamente com o Grupo Percumpá-UFRN da cidade de Natal (RN) na noite do dia 30 de setembro no Cine Banguê do Espaço Cultural José Lins do Rêgo. O coletivo Tribo Éthnos é um grupo artístico, filosófico criado em 1990 em João Pessoa (PB) Tem como expressões principais, a música e a dança e se utiliza de outras linguagens artísticas como artes gráficas, artes plásticas, literatura, fotografia, moda (indumentária) e quadrinhos, unindo as expressões da cultura local, ancestral e regional com elementos de outras culturas valendo-se das linguagens tradicionais em consonância os movimentos contemporâneos. É assim que desenvolve e apresenta seus trabalhos que são geralmente multi e interdisciplinares e, sobretudo, multiestéticos, privilegiando vários estilos musicais e diversas escolas artísticas.
HISTÓRICO DA TRIBO ÉTHNOS
            Em 1992, Walmir Vaz, Dinarte da Nóbrega e Fábio Palmeira, que influenciados pelo break americano, pelo funk e pelo soul participaram de vários concursos de break na capital de onde saiu uma geração de dançarinos. Criaram junto com Paulinho Rolberto o grupo “Elétrico”, sendo o primeiro a sintetizar o movimento hip-hop e a pesquisá-lo em João Pessoa. Através da extinta Academia SPEED compõem em 1986, o Studium Júlia Cia. de Dança participando de várias mostras de dança na Paraíba, Em 1988, com novos integrantes, passam a defender a academia Hércules e a chamar-se Elétrico Cia. Hércules, dançando jazz e hip-hop e organizando dois concursos de dança livre. Apresentaram ainda o espetáculo “Num Beco” na I Mostra de Dança do SESC. Este espetáculo foi o gérmen da concepção dos espetáculos musicais mais tarde da Tribo Éthnos.
             Em 1989 (Vant) e Fábio Palmeira (Fbi) começam um movimento que durou cerca de 2 anos, onde convocaram todos os praticantes de Break,  rapper’s e DJ’s para se encontrarem semanalmente no Teatro de Arena do Espaço Cultural José Lins do Rego para aulas, praticar a dança, ensaiar os passos em grupo, estrear as primeiras composições de Rap e os primeiros passos da discotecagem. A necessidade de se organizar nesta época foi um dos principais motivos da criação da Tribo Éthnos. Foi assim que em 06 de março de 1990, Fábio (Fbi) e Valmir Vaz (Vant) juntam-se a Alexandre Alex Almeida (Ruh Skjebne) e criam o Projeto Tribo Éthnos, com a intenção de misturar  música, literatura, dança, teatro e artes plásticas e também, diversos estilos e tendências.
            Realizaram em 1991, a convite da UFPB, um ciclo de palestras na UFPB sobre o movimento Hip Hop. Ainda neste ano apresentaram o espetáculo “Homens de Concreto” na V Mostra de Dança do SESC. Em 1992 gravam seu primeiro demo-tape participam do VII Festival de Música Popular Brasileira do SESC. Em 1993 são aprovados em edital pelo Governo do Estado e fazem a regravação de sua fita demo-tape. Ainda no mesmo ano Valmir Vaz (como Vant Watt) inicia um curso de dança hip hop na Escola de Dança do Espaço Cultural apresentando em recital o espetáculo Nahuxa no Teatro Paulo Pontes. O grupo gravou os cd´s Conflictdasmarées (1993/1994) em Campina Grande e Meddrooaavon lançado no V FENART em 2000 em João Pessoa.  Criaram e apresentaram diversos musicais, entre eles o Musical UrbanusHip-Hópera (1994) com o qual participaram do FENART e da III Mostra Estadual de Dança. Participaram da campanha publicitária do Shopping Sebrae (III Passarela da moda, IV FEMOV e V FECOM) com jingle e elenco para VT de televisão. Junto à ATIVA Academia, Vant passa a ministrar o curso de Hip-Ho Streetdance integrando os estilos Popping, Locking, B-boying e Electric Boogie.
            Participam em 1995 do programa “Brasil Legal” da Rede Globo de Televisão e promovem a “I Festa Hip hop Jam”. Em 1997 participam do ENECOM (Encontro Nacional dos Estudantes de Comunicação) na UFPB, Participa em 1998 do IV FENART expondo fotos, poesias, música e desenhos. Apresentam ainda o espetáculo “Meddrooaavon' - os ciclos de apogeu e queda” e iniciam o projeto  Triballo - O conselho das Tribos e dos Clãs – um laboratório sonoro musical e um layout para o dossiê “Triballo - A Dança dos Ciclos”.No mesmo ano participam do “Mac dia feliz” e do documentário cinematográfico “Músicas do Brasil” exibido na MTV com performances de música e dança. Em 1999 participam do V FENART e fazem a abertura do show do grupo de rap Racionais Mc´s.
            Em 2000 participam do projeto “Acorde Poesia” no Centro Histórico. Participa do quinto programa da MTV “Rituais de Antropofagia Tecnocultural”. Em 2001 participam do VII FENART e do Programa Balaio Brasil da TV SESC-SENAC (STV). Participa também, no mesmo ano, do 26º Festival de Inverno de Garanhuns, da vernissage do artista plástico e músico Guilherme Semedo e da exposição “Similaridades” do fotógrafo João Lobo. Em 2002 é criada a Association Tribo Éthnos France com o objetivo de difundir as idéias do Coletivo Tribo Éthnos na França. Participam da SEMANARTE (1º Semana de Arte da Cooperativa dos artistas da Paraíba) e do lançamento do site “Prabomentendedor. Com.br”. Ainda no mesmo ano apresenta o musical Urbanus no VIII FENART e no Teatro Santa Roza. Participa também do Festival de Artes do Lixão no bairro Róger. Começam as gravações do projeto “Triballo- O Conselho das Tribos e dos Clãs” e a pré-produção do disco Triballo para as crianças. Em 2003 é convidada para participar da II Feira da Música e do II Fórum Internacional da Música em Fortaleza (CE). Em 2004, Vant ministra um curso de hip hop em Cajazeiras na III Mostra Universitária de Ciência, Cultura e Artes da UFCG e participa do X FENART com a coreografia “Triballo Clam- A Dança do Clã das Tribos”. Ainda em 2004 Participam da Mostra de dança livre do SESC- PB. Em 2005 integram o Projeto Círculo de Tambores
            Em 2006 criam o Projeto Jovem Tribo e participam do Projeto Cesta de Idéia da UFPB. Organizou de 2006 a 2008 os I, II, III e IV, V, VI, VII e VIII Encontros de Dança de Rua em João Pessoa. Em 2009 organizou a 1ª Mostra de Dança de Rua do Novembro da Dança e ministrou aulas de dança de rua no Centro Cultural Piollin (bairro Roger) onde nasceu o grupo Street Clowns e a 1ª Batalha das Cidades no XII FENART.
            Em 2009 o Coletivo também inicia a montagem do espetáculo de dança de rua “*Ethnotron – Ghetto Experiment” estreando no aniversário de 20 anos do Coletivo Tribo Éhtnos e se apresentando  na Mostra de Talentos em Dança, Projeto 6Qsabem – Dança em comemoração ao Dia Internacional da Dança, XIII FENART, no I Congresso Internacional da Cátedra UNESCO de Educação de Jovens e Adultos (EJA) e em 2010 na Semana Cultural do Lyceu Paraibano e no 4º Encontro de Dança de Rua em Alagoa Grande. Está produzindo um CD-ROM multimídia e um DVD com videoclipes de algumas músicas e os 20 anos de história da Tribo Éthnos.

Para saber mais sobre o evento:
Blog: http://www.diapercussivojp.blogspot.com/
e-mail: diapercussivojp@yahoo.com.br
Twitter: @diapercussivo

Tribo Éthnos se apresenta no 3º Dia Percussivo



O coletivo Tribo Éthnos é um grupo artístico, filosófico criado em 1990 em João Pessoa (PB) Tem como expressões principais, a música e a dança e se utiliza de outras linguagens artísticas como artes gráficas, artes plásticas, literatura, fotografia, moda (indumentária) e quadrinhos, unindo as expressões da cultura local, ancestral e regional com elementos de outras culturas valendo-se das linguagens tradicionais em consonância os movimentos contemporâneos. É assim que desenvolve e apresenta seus trabalhos que são geralmente multi e interdisciplinares e, sobretudo, multiestéticos, privilegiando vários estilos musicais e diversas escolas artísticas.

HISTÓRICO DA TRIBO ÉTHNOS

Em 1992, Walmir Vaz, Dinarte da Nóbrega e Fábio Palmeira, que influenciados pelo break americano, pelo funk e pelo soul participaram de vários concursos de break na capital de onde saiu uma geração de dançarinos. Criaram junto com Paulinho Rolberto o grupo “Elétrico”, sendo o primeiro a sintetizar o movimento hip-hop e a pesquisá-lo em João Pessoa. Através da extinta Academia SPEED compõem em 1986, o Studium Júlia Cia. de Dança participando de várias mostras de dança na Paraíba, Em 1988, com novos integrantes, passam a defender a academia Hércules e a chamar-se Elétrico Cia. Hércules, dançando jazz e hip-hop e organizando dois concursos de dança livre. Apresentaram ainda o espetáculo “Num Beco” na I Mostra de Dança do SESC. Este espetáculo foi o gérmen da concepção dos espetáculos musicais mais tarde da Tribo Éthnos.

Em 1989 (Vant) e Fábio Palmeira (Fbi) começam um movimento que durou cerca de 2 anos, onde convocaram todos os praticantes de Break, rapper’s e DJ’s para se encontrarem semanalmente no Teatro de Arena do Espaço Cultural José Lins do Rego para aulas, praticar a dança, ensaiar os passos em grupo, estrear as primeiras composições de Rap e os primeiros passos da discotecagem. A necessidade de se organizar nesta época foi um dos principais motivos da criação da Tribo Éthnos. Foi assim que em 06 de março de 1990, Fábio (Fbi) e Valmir Vaz (Vant) juntam-se a Alexandre Alex Almeida (Ruh Skjebne) e criam o Projeto Tribo Éthnos, com a intenção de misturar música, literatura, dança, teatro e artes plásticas e também, diversos estilos e tendências.

Realizaram em 1991, a convite da UFPB, um ciclo de palestras na UFPB sobre o movimento Hip Hop. Ainda neste ano apresentaram o espetáculo “Homens de Concreto” na V Mostra de Dança do SESC. Em 1992 gravam seu primeiro demo-tape participam do VII Festival de Música Popular Brasileira do SESC. Em 1993 são aprovados em edital pelo Governo do Estado e fazem a regravação de sua fita demo-tape. Ainda no mesmo ano Valmir Vaz (como Vant Watt) inicia um curso de dança hip hop na Escola de Dança do Espaço Cultural apresentando em recital o espetáculo Nahuxa no Teatro Paulo Pontes. O grupo gravou os cd´s Conflictdasmarées (1993/1994) em Campina Grande e Meddrooaavon lançado no V FENART em 2000 em João Pessoa. Criaram e apresentaram diversos musicais, entre eles o Musical UrbanusHip-Hópera (1994) com o qual participaram do FENART e da III Mostra Estadual de Dança. Participaram da campanha publicitária do Shopping Sebrae (III Passarela da moda, IV FEMOV e V FECOM) com jingle e elenco para VT de televisão. Junto à ATIVA Academia, Vant passa a ministrar o curso de Hip-Ho Streetdance integrando os estilos Popping, Locking, B-boying e Electric Boogie.

Participam em 1995 do programa “Brasil Legal” da Rede Globo de Televisão e promovem a “I Festa Hip hop Jam”. Em 1997 participam do ENECOM (Encontro Nacional dos Estudantes de Comunicação) na UFPB, Participa em 1998 do IV FENART expondo fotos, poesias, música e desenhos. Apresentam ainda o espetáculo “Meddrooaavon' - os ciclos de apogeu e queda” e iniciam o projeto Triballo - O conselho das Tribos e dos Clãs – um laboratório sonoro musical e um layout para o dossiê “Triballo - A Dança dos Ciclos”.No mesmo ano participam do “Mac dia feliz” e do documentário cinematográfico “Músicas do Brasil” exibido na MTV com performances de música e dança. Em 1999 participam do V FENART e fazem a abertura do show do grupo de rap Racionais Mc´s.

Em 2000 participam do projeto “Acorde Poesia” no Centro Histórico. Participa do quinto programa da MTV “Rituais de Antropofagia Tecnocultural”. Em 2001 participam do VII FENART e do Programa Balaio Brasil da TV SESC-SENAC (STV). Participa também, no mesmo ano, do 26º Festival de Inverno de Garanhuns, da vernissage do artista plástico e músico Guilherme Semedo e da exposição “Similaridades” do fotógrafo João Lobo. Em 2002 é criada a Association Tribo Éthnos France com o objetivo de difundir as idéias do Coletivo Tribo Éthnos na França. Participam da SEMANARTE (1º Semana de Arte da Cooperativa dos artistas da Paraíba) e do lançamento do site “Prabomentendedor. Com.br”. Ainda no mesmo ano apresenta o musical Urbanus no VIII FENART e no Teatro Santa Roza. Participa também do Festival de Artes do Lixão no bairro Róger. Começam as gravações do projeto “Triballo- O Conselho das Tribos e dos Clãs” e a pré-produção do disco Triballo para as crianças. Em 2003 é convidada para participar da II Feira da Música e do II Fórum Internacional da Música em Fortaleza (CE). Em 2004, Vant ministra um curso de hip hop em Cajazeiras na III Mostra Universitária de Ciência, Cultura e Artes da UFCG e participa do X FENART com a coreografia “Triballo Clam- A Dança do Clã das Tribos”. Ainda em 2004 Participam da Mostra de dança livre do SESC- PB. Em 2005 integram o Projeto Círculo de Tambores

Em 2006 criam o Projeto Jovem Tribo e participam do Projeto Cesta de Idéia da UFPB. Organizou de 2006 a 2008 os I, II, III e IV, V, VI, VII e VIII Encontros de Dança de Rua em João Pessoa. Em 2009 organizou a 1ª Mostra de Dança de Rua do Novembro da Dança e ministrou aulas de dança de rua no Centro Cultural Piollin (bairro Roger) onde nasceu o grupo Street Clowns e a 1ª Batalha das Cidades no XII FENART.

Em 2009 o Coletivo também inicia a montagem do espetáculo de dança de rua “*Ethnotron – Ghetto Experiment” estreando no aniversário de 20 anos do Coletivo Tribo Éhtnos e se apresentando na Mostra de Talentos em Dança, Projeto 6Qsabem – Dança em comemoração ao Dia Internacional da Dança, XIII FENART, no I Congresso Internacional da Cátedra UNESCO de Educação de Jovens e Adultos (EJA) e em 2010 na Semana Cultural do Lyceu Paraibano e no 4º Encontro de Dança de Rua em Alagoa Grande. Está produzindo um CD-ROM multimídia e um DVD com videoclipes de algumas músicas e os 20 anos de história da Tribo Éthnos.