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Oficina de Maracatu de Baque Virado com Lucio Aureliano (PB)
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Batuque das Calungas no Bloco do Caju Maluco (PB)
O grupo percussivo feminino "Batuque das Calungas" se apresentará neste domingo 05/02/2012 no Bloco do Caju Maluco no Bairro do Bessa em João Pessoa. O grupo é formado por Wênia Xavier, Monalisa Lira, Priscilla Fernandes, Fabiane Marques, Lidja Nagly, Tita Lamara, Mel VinAgre, Ana Carla, Ane Caiana e Nívea Santos. O Grupo tocará no arrastão do Bloco Caju Maluco juntamente com a Orquestra Sucuri de Frevo e o Urso Branco. O Bloco existe há 9 anos e é coordenado pelo Mestre Fuba (compositor do Hino das Muriçocas do Miramar e puxador do bloco no trio principal, segundo maior bloco de arrasto do Brasil), Leda Almeida e Conceição Serra. A concentração será na Cantina do Tio Gil (3245-1282) a partir das 13h e a previsão é que o bloco saia às 16h.
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Oficina de Maracatu (RJ)
a Escola Maracatu Brasil oferece a oficina de Maracatu (Baque Virado entre outros). Serão 3 encontros, dias 2, 9 e 16 de Dezembro para a apresentação na Festa Natal Solidário Maracatu Brasil 2011 na Praça São Salvador dia 17 de Dezembro. Na regência estará Garnizé, além de participações especiais. Mais informações: (21) 7113-2709 / 9601-4776 cursos@maracatubrasil.com.
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Oficinas de percussão gratuitas no projeto Portas Abertas" (RJ)
Abertura das turmas de percussão da Maracatu Brasil com oficinas gratuitas de demonstração. Venha conhecer, experimentar, tocar e brincar. Muito Samba, Maracatu, Ijexá, Forró, Ciranda, Baião, Coco, Funk e Carnaval.
As aulas são gratuitas. Você pode participar de todas que te interessar. Basta fazer sua inscrição.
Veja a programação em:
http://www.maracatubrasil. com.br/
Escolha as oficinas que você quer participar e reserve sua vaga através do email:
mailto:portasabertas@maracatubrasil.com.br il.com.br
As aulas são gratuitas. Você pode participar de todas que te interessar. Basta fazer sua inscrição.
Veja a programação em:
http://www.maracatubrasil.
Escolha as oficinas que você quer participar e reserve sua vaga através do email:
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Local:
Maracatu Brasil
Rua Ipiranga 49. Laranjeiras.
Rio de Janeiro, Brazil
Iinformações:
(21) 2557-4754
(21) 9601-4776
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Lançamento do documentário "Maracatu Nação" de Tarcísio Resende (PE)
Depois de 4 anos de trabalho, será finalmente lançado, no Pátio de São Pedro, no Sábado, às 19:00hs do dia 26 de Fevereiro de 2011, o documentário "MARACATU NAÇÃO", que mostra o trabalho intenso dos Maracatus de Nação Porto Rico, Leão Coroado e Encanto da Alegria.
O dvd é um trabalho de Tarcisio Resende e mostra todas as fases da preparação dessas Nações para a apoteose. O documentário exibe ainda, como as nações afetam positivamente suas comunidades e a religiosidade que envolve a historia desses grupos.
As três Nações, contanto com integrantes do Quebra Baque, fazem desfile conjunto e promovem grande arrastão.
Para quem estiver em Recife, será um evento imperdível.
Tarcísio Soares Resende também é autor (juntamente com Climério de Oliveira Santos) do excelente livro Batuque Book Maracatu: Baque Virado e Baque Solto. v. 1. Recife: Ed. do Autor, lançado em 2005.
Quem estiver interessado no livro e nesse dvd , entre em contato com o autor no endereço abaixo.
Tarcísio Resende
81 88256782quebrabaque.blogspot.com
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Oficinas gratuitas de percussão com o Maracatu Pé de Elefante (PB)
A Nação Maracatu Pé de Elefante convida a todos a participarem das oficinas/ensaios aos sabados as 19 horas e Domingo alternados as 16 horas. Para participar de nosso grupo não é nescessario saber tocar ou possuir o instrumento, serão cedidos os instrumentos e ensinados os ritmos aos integrantes. A concentração inicia-se na oficina onde os instrumentos são fabricados:
Rua Joamir Severino dos Santos, Nº - 122, Mangabeira I
CEP – 58050-250, João Pessoa – PB
Roteiro:
- Para quem vem na direção de bancarios à Mangabeira: desce na primeira parada de onibus da Josefa Taveira e após o giradouro e segue na rua paralela ao posto CAIOCA (primeiro posto do bairro) no final da rua, pega a esquerda. Assim irá visualizar a oficina de fabricação de instrumentos.
- Para quem vem na direção de valentina à Mangabeira: desce na penúltima parada de Mangabeira na Josefa Taveira e segue de acordo com o que foi citado acima.
- Os ensaios acontecem na praça que fica ao lado da UNIMED próximo ao giradouro da escultura com a "Santa", na principal que divide bancarios e mangabeira.
Contatos:
Jania Paula (Articuladora) – (83)8847.0259
Fernando Trajano (Direção Geral) – (83)8841.4867,
Marcilio Alcântara (Direção técnica) – (83)8834.6842,
Sambada de Terreiro do Maracatu Piaba de Ouro (PE)
Na tarde deste domingo (13) acontece a primeira sambada de terreiro de 2011 do Maracatu Piaba de Ouro. O evento, que acontece a partir das 14 na Praça Ilumiara Zumbi (Cidade Tabajara – Olinda), conta com a presença dos mestres Dinda Salú, Saluzinho e Mauricio e outros convidados da Zona Norte. A exposição “Maracatus” do artista plástico Ricardo Silva e uma apresentação da Capoeira “Lugar Comum” de Santo Amaro” também estão na programação.
Mais informações: (81) 8801.3065 / (81) 8807.8524
FONTE: João Paulo Seixas – Jornal iTeia
Arrastos do Maracatu Quebra Baque no Carnaval 2011 (PE)
Os tradicionais arrastos Carnaval do Quebra Baque, já estão programados.
Domingo, 06 de Março e Terça-Feira, 08 de Março. A concentração para ambos os dias é no Espaço em Comum, antigo Espaço Experimental e tem inicio as 15:00h. A saída do grupo pelas ruas do Recife Antigo está prevista para às 16:30h
Concentração no Espaço Experimental,em frente a Igreja Matriz da Madre de Deus, às 15:00h
Oficina de percussão de maracatu com o grupo Nação Maracahyba
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Grupo Maracahyba participa do 3º Dia Percussivo
A expressão cultural do maracatu, mesmo que independente de sua matriz religiosa traz sempre em seu contexto um vinculo intrínseco com o caráter que lhe deu origem, com algo de essencial que vai além das batidas dos tambores e do espetáculo cênico. A Nação Maracahyba,surgiu não como uma corrente das tradições religiosas repassadas entre as “madrinhas” e famílias, sendo portanto um trabalho musical e cênico que rememora e mantêm viva a tradição do maracatu na Paraiba, daí a origem do seu nome.
A idéia de formação de um grupo de maracatu neste estilo e com este objetivo, surgiu em 2005, a partir da inquietação de dois músicos percussionistas – Luciano Oliveira e Vagalume, sendo o primeiro o próprio reflexo desta criação uma vez que é paraibano, nascido na área do centro histórico da cidade (Bairro do Roger) e que cresceu nas ruas e na pulsação da cultura pernambucana,mais precisamente em Goiânia e, o segundo um pernambucano da mesma cidade.
Percorrendo o caminho de volta a sua cidade Natal, o músico Luciano Oliveira junto com seu companheiro veio acompanhando o som dos batuques, estudar com o mestre de percussão Chiquinho Mino, que se tornou um dos maiores incentivadores da idéia, juntamente com outros músicos de um outro grupo de percussão – o Circulo de Tambores.
E assim, no dia 11 de setembro de 2005, a idéia da criação da Nação Maracahyba tomava forma, no primeiro ensaio aberto, na Praça Antenor Navarro – centro histórico de João Pessoa –Paraíba. Logo o som da Nação começou a tomar conta da cidade, e a cada domingo aumentava o número de participantes que chegavam à praça, carregando suas alfaias coloridas, seus agbês e demais instrumentos de percussão. A Nação se firmava como grupo de cultura na cidade, com participação em vários eventos. Foi preciso criar uma estrutura, dando-lhe estatuto jurídico para abrigar as novas dimensões e metas do grupo. A sua meta passa a ser voltada também a uma ação multiplicadora, buscando levar atividades de arte educação aos moradores de bairros e comunidades onde se apresenta.
Sob a influência da Nação Maracahyba outros grupos começaram a surgir na cidade, consolidando assim o objetivo da multiplicação e formação de grupos que assegurem a permanência da cultura do maracatu neste estado, cujas reminiscências datam de mais de um século, fazendo crer à população que não existia esta cultura em nosso estado, assim como o coco de roda, a ciranda, que foram gradativamente perdendo sua marca na memória cultural do nosso povo.
A Nação Maracahyba é assim um grupo de cultura com uma consciência social e histórica, que há cinco anos existe e resiste com o seu batuque que veio contribuir de forma efetiva para fazer reviver as ruas do centro histórico, sobretudo da Praça que se constitui em uma espécie de sede ao “ar livre”, onde ocorrem os ensaios do grupo todos os domingos. Um grande reconhecimento deste trabalho é a possibilidade que agora se apresenta de fazer o batuque transpor nossos limites geográficos levando a arte e a expressão cultural do nosso estado a Havana – Cuba em participação no XXX festival do FOGO.
Integrantes:
Adriano Soares Cavalcante
Ana Lucia Tavares de Oliveira
Andila nahusi
Cely de Sousa Silva
Cidicley Cabral da Silva (Vagalume)
Fábio Luiz Barreto Moreira
Grimaldo Cordeiro de Melo Neto
Ingrid Gonçalves Azevedo Santiago
Luciano Oliveira
Lucio Aureliano
Luiz Carlos Feliciano Marques
Marcos praxedes Alves da Silva
Nanda Lima
Robert D'Louise
Rosicleide Carlos Lira
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Seminário sobre a Percussão no Maracatu no 3º Dia Percussivo
Tema: A percussão no Maracatu
Expositora: katiusca Lamara Barbosa dos Santos
Resumo:
A Autora:
Expositora: katiusca Lamara Barbosa dos Santos
Resumo:
A intenção deste seminário será de divulgar um pouco mais sobre a história, e os principais elementos do maracatu, dando ênfase na parte musical. Serão expostos os principais instrumentos, as células básicas dos ritmos a importância dos batuqueiros, os grupos mais antigos, as regiões em que o Maracatu teve e tem maior representação.
A Autora:
Em 2005 entrou no grupo de Percussão Circulo de Tambores, seu primeiro contato com a percussão. Em setembro do mesmo ano participou de um grupo de maracatu o Nação Maracayba. No ano seguinte, 2006, entrou no curso de extensão, habilitação percussão, da UFPB, onde tive aulas com o professor Wagner. Depois em 2007 entrou para Escola de Musica Antenor Navarro – EMAN, teve como professora Wênia Xavier, chegando a cursar até o terceiro período. Em 2008 entrou para o Bacharelado em musica, habilitação em percussão, no qual cursa o 5° período. Fez participações em alguns recitais da professora Wenia, do professor Chiquinho. Participei do IV Encontro Norte e Nordeste de Percussão em 2007. Em dezembro de 2009 participou como monitora, e fez a apresentação do Seminário “História da Conga”, no II Dia Percussivo, realizado pela professora Wênia Xavier, na Estação Ciências Cabo Branco. Atualmente Participa do Circulo de Tambores, grupo de cultura popular, e de três bandas de música popular regional, Arupemba, Brasis e Anexo. Participa também da Banda Sinfônica Jose Siqueira da UFPB. Ministrou em junho de 2010, na Universidade federal da Paraíba, na cidade de João Pessoa, oficina de Percussão no Encontro Nacional dos Estudantes de Economia(eneco), e ainda no mesmo mês de Junho participou como musicista no Encontro Nacional de Estudantes de Letras (enel), do Encontro Nacional de Estudantes de Comunicação (enecon). Em setembro de 2010, na cidade de Ouro Preto, Minas – Gerais, se apresentou com o projeto “Olha o Trem João Pessoa, Paraiba!”, com a Banda Brasis, no XIV Encontro Nacional dos Estudantes de Artes
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Maracatu Nação Pé de Elefante é atração do 3º Dia Percussivo
Desde que soube da existência do grupo Nação Zumbi que Fernando Trajano passou a se interessar por maracatu. O músico e artesão, no entanto, não estava interessado apenas em criar grupos musicais alinhados com a proposta estética da famosa banda pernambucana, mas em formar um autêntico maracatu, então entra em cena o pernambucano Marcílio Alcântara, que, ao sair do Alto do Pascoal, em Recife e vir morar no bairro de Mangabeira - PB, acabou se tornando o grande amigo e parceiro de Fernando Trajano. Marcilio já tinha uma vasta experiências com percussão e fabricação de instrumentos percussivos e também confecciona instrumentos musicais na Naturart (ateliê). Marcílio vem da organização não-governamental Daruê Malungo, com sede na capital pernambucana. Ele domina toda a técnica percussiva do maracatu baque virado e tem um vasto conhecimento sobre as diversas expressões da cultura popular.
Os dois idealizadores do Grupo começaram a fabricar sozinhos os primeiros instrumentos do grupo com troncos de macaíba e outros materiais, no dia 03 de maio de 2008, sábado, após quase três anos fabricando todos os instrumentos percussivos do grupo e dando oficinas percussivas de maracatu a jovens de sua comunidade, Fernando e Marcílio estreavam, no Centro da Juventude de Mangabeira, o Grupo Maracatu Pé de Elefante, inicialmente com dez componentes, tocando ritmo do maracatu baque virado, tendo como padrinho o Maracatu Nação Estrela Brilhante, de Recife. A dupla realizou arrastões em Mangabeira e fez apresentações e continuou fabricando instrumentos, até se convencer de que o Grupo Pé de Elefante tinha maturidade suficiente.
Atualmente o grupo tem aproximadamente 30 componentes, possui seu próprio figurino e vem realizando um forte trabalho cultural e social inserindo jovens e adultos no acesso as oficinas e ensaios que são abertos para todos da cidade. Tem influências de diversos ritmos afro-brasileiros, sobretudo da intensa cena percussiva do maracatu pernambucano e mantém a preocupação de elaborar uma proposta de Maracatu local, com composições autorais de cânticos e entoadas próprias
INTEGRANTES:
Vanildo Fernando de Araújo Trajano – Mestre
Marcilio Alcântara dos Santos – Contra Mestre
Erika Dayanne de Souza – Tocadora de Agbê
André Filho dos Santos - Tocador de Alfaia
Ivan de Oliveira Fernandes - Tocador de Alfaia
Otaciana Santos Rodrigues - Tocadora de Agbê
Neuri Luiz Mossamann - Tocador de Alfaia
Francismara Gomes de Souza - Tocadora de Agbê
Jania Paula de Carvalho Gomes - Tocadora de Alfaia
Elizabeth Leitão Farias - Tocadora de Alfaia
Enndy Alouin Sousa Semedo Soares - Tocador de Alfaia
João Paulo Araújo Macedo - Tocador de Alfaia
Hercknon Emanuel da Silveira - Tocador de Alfaia
Fernando Andre de farias Castro Silva - Tocador de Alfaia
Rômulo Oliveira Fernandes - Tocador de Alfaia
Ana Margarida Andrade dos Santos - Tocadora de Agbê
Karine Andréia Sales de Souza - Tocadora de Agbê
Andrew Anderson Sales de Souza – Tocador de Alfaia
Antônio Rodrigues dos Santos - Tocador de Alfaia
Michael Douglas dos Santos Nóbrega - Tocador de Alfaia
Ana Caroline Crispim Pinheiro - Tocadora de Alfaia
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Cerimônia de Batismo do Grupo Maracatu Pé de Elefante
O Grupo Maracatu Pé de Elefante realizará a sua cerimônia de batismo no dia 19 de Novembro no "NOVEMBRO NEGRO" em João Pessoa em celebração ao mês da conciência negra, já que o Maracatu é Herdeiro direto das manifestações sacro-carnavalescas de rua, implementadas pelas irmandades de negros “católicos” devotos de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos (negros) e candomblés espalhados pelos pólos de maior concentração de contingente escravos nas cidades do Brasil, onde por muito tempo vigorou o regime escravista da monocultura da cana-de-açúcar.
O Maracatu Nação Estrela Brilhante do Recife (padrinho do grupo), abençoará aos batuqueiros e batuqueiras passando ao Grupo Maracatu Pé de Elefante o titulo de Nação Maracatu Pé de Elefante.
Este evento vem com o intuito de difundir a cultura do maracatu de baque virado na cidade de João Pessoa e no estado da Paraíba, contribuindo assim para o crescimento e fortalecimento da cultura do maracatu para os grupos locais já existentes e colaborar para a expansão da cena percussiva pessoense e em nosso estado, bem como visibilizar a luta da inserção de negros e negras na sociedade brasileira.
Contato:
Ver programação no site da prefeitura:
http://www.joaopessoa.pb.gov.br/eventos/2010/somdas6/
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Grupos de Maracatu de São Paulo Realizam encontro no Museu Afro Brasil
Oito grupos tradicionais se encontram no Dia da Consciência Negra. Haverá apresentações e Debates. Grátis
Original do Estado de Pernambuco, a cultura do Maracatu de Baque Virado foi introduzida em São Paulo a partir da década de 60, com o trabalho do poeta-ator-folclorista, Solano Trindade, na cidade de Embu das Artes. A partir de 1997, com o trabalho semeado pelo percussionista Éder Rocha e acompanhado por diversos mestres de Maracatu de Pernambuco, como Walter de França e Shacon Vianna, essa tradição da cultura popular ganha visibilidade no Estado.
Programação:
Sábado (apresentações de 45 min. Com 10 min de intervalo):
13h – Preparação
13h45 – Cangarussu
14h40 – Rochedo de Ouro
15h35- Bloco de Pedra
16h30 – Ilê Alafia
Domingo (apresentações de 30 min. Sem intervalo):
13h – Preparação
13h30 – Baque Sinhá
14h – Mucambos de Raiz Nagô
14h30 – Baque do Vale
15h – Arrastão do Beco
15h30 – Caracaxá
16h às 18h – Debates:
1. Raquel Trindade e Família apresentam a história de seu Maracatu e do Teatro Popular Solano Trindade;
2. Apresentação Geral da Trajetória dos Grupos;
3. Organização para o Encontro de 2011;
4. Proposição de Agenda de interesses comuns (Artística e Cultural);
5. Apresentação de iniciativas da Rede: Maracatu.org.br, Encontro Europeu de Maracatus e Associação de Maracatus de Baque Virado de Pernambuco.
Serviço:
Encontro dos Maracatus de baque Virado de São Paulo
Sáb. e Dom. – 20 e 21/11 – das 13h às 18h . Grátis
Museu Afro Brasil – Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega
Parque Ibirapuera – Portão 10
Sobre os Grupos
Cangarussu – http://grupocangarussu.blogspot.com/
Rochedo de Ouro – http://rochedodeouro.maracatu.org.br/
Bloco de Pedra – http://blocodepedra.com.br
Fundado na cidade de São Paulo no ano de 2005, o Grupo Maracatu Bloco de Pedra é formado por cerca de 150 pessoas de todas as idades. O grupo trabalha especificamente com a cultura do Maracatu de Baque Virado, uma manifestação secular da cultura popular e tradicional do Brasil.
Ilê Alafia – http://www.maracatuilealafia.com.br
Baque do Vale – http://baquedovale.com.br/
Arrastão do Beco – http://arrastaodobeco.blogspot.com/
Caracaxá – http://ciacaracaxa.maracatu.org.br/
Museu Afro Brasil
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/ nº
Parque Ibirapuera- Portão 10
São Paulo- SP – Brasil
CEP: 040094-050
Fone: 55 11 3320-8900
São Paulo – Nos dias 20 e 21 de Novembro, a partir das 13 horas, o Museu Afro Brasil- Organização Social de Cultura e a Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo promovem o Encontro dos Maracatus de Baque Virado de São Paulo com diversas apresentações e debates. Estão confirmadas as presenças dos grupos Cangarussu, Rochedo de Ouro, Bloco de Pedra, Ilê Alfaia, Baque Sinhá, Mucambos de Raiz Nagô, Baque do Vale, Arrastão do Beco e Caracaxá. O evento faz parte das comemorações do Dia da Consciência Negra, que marca o relançamento do Livro “A Mão Afro Brasileira – Significado da Contribuição Artística e Histórica” organizado pelo artista plástico, Emanoel Araújo, Diretor-Curador do Museu Afro Brasil, com edição da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo e patrocínio da empresa de energia EDP.
Original do Estado de Pernambuco, a cultura do Maracatu de Baque Virado foi introduzida em São Paulo a partir da década de 60, com o trabalho do poeta-ator-folclorista, Solano Trindade, na cidade de Embu das Artes. A partir de 1997, com o trabalho semeado pelo percussionista Éder Rocha e acompanhado por diversos mestres de Maracatu de Pernambuco, como Walter de França e Shacon Vianna, essa tradição da cultura popular ganha visibilidade no Estado.
Na última década surgiram muitos grupos de Maracatu e ações da sociedade civil relacionadas diretamente aos aspectos culturais do Maracatu de Baque Virado, espalhando-se por São Paulo, Osasco, Santos, Sorocaba, Rosana, Iguape, São Carlos, Rio Claro, Campinas e Embu das Artes.
Programação:
Sábado (apresentações de 45 min. Com 10 min de intervalo):
13h – Preparação
13h45 – Cangarussu
14h40 – Rochedo de Ouro
15h35- Bloco de Pedra
16h30 – Ilê Alafia
Domingo (apresentações de 30 min. Sem intervalo):
13h – Preparação
13h30 – Baque Sinhá
14h – Mucambos de Raiz Nagô
14h30 – Baque do Vale
15h – Arrastão do Beco
15h30 – Caracaxá
16h às 18h – Debates:
1. Raquel Trindade e Família apresentam a história de seu Maracatu e do Teatro Popular Solano Trindade;
2. Apresentação Geral da Trajetória dos Grupos;
3. Organização para o Encontro de 2011;
4. Proposição de Agenda de interesses comuns (Artística e Cultural);
5. Apresentação de iniciativas da Rede: Maracatu.org.br, Encontro Europeu de Maracatus e Associação de Maracatus de Baque Virado de Pernambuco.
Serviço:
Encontro dos Maracatus de baque Virado de São Paulo
Sáb. e Dom. – 20 e 21/11 – das 13h às 18h . Grátis
Museu Afro Brasil – Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega
Parque Ibirapuera – Portão 10
Sobre os Grupos
Cangarussu – http://grupocangarussu.blogspot.com/
Rochedo de Ouro – http://rochedodeouro.maracatu.org.br/
O Rochedo de Ouro é um grupo artístico que vivência a cultura do Maracatu de Baque Virado através de sua música e dança. Um trabalho que valoriza a cultura tradicional, atuando na cidade de São Carlos desde 2002, realizando arrastões pelas ruas de diversos bairros, bem como apresentações em eventos e comemorações. No âmbito da tradição, este trabalho tem como sua principal fonte e estrela guia o Maracatu Nação Estrela Brilhante do Recife. Entendendo a importância da transmissão deste conhecimento tradicional, com seus princípios e particularidades, o grupo Rochedo de Ouro, já organizou seis vivências abertas entre os anos de 2003 e 2009, contando com a vinda de integrantes desse Maracatu para São Carlos – mestre da percussão Walter de França e mestre da dança Maurício Soares – e Eder Rocha quando realizaram cursos, oficinas de música e dança e palestras sobre o tema.
Bloco de Pedra – http://blocodepedra.com.br
Fundado na cidade de São Paulo no ano de 2005, o Grupo Maracatu Bloco de Pedra é formado por cerca de 150 pessoas de todas as idades. O grupo trabalha especificamente com a cultura do Maracatu de Baque Virado, uma manifestação secular da cultura popular e tradicional do Brasil.
Ilê Alafia – http://www.maracatuilealafia.com.br
Baque Sinhá – O Baque Sinhá é um grupo feminino, que propõe uma releitura do maracatu de baque virado, de origem pernambucana, bem como sua dança e canto. O grupo se uniu, primeiramente com o objetivo de fazer apenas um evento em homenagem ao dia da mulher, e com o passar do tempo vimos que era muito maior que isso, a nossa união e força nos encorajaram a fundar um grupo de maracatu, que em 21 de Fevereiro de 2010 se consolidou. Hoje estamos com aproximadamente 15 integrantes oriundas de outros grupos de maracatu do estado de São Paulo. Só mulheres tocam no Baque Sinhá, mas temos o auxílio dos intitulados “Cavaleiros” , que nos dão apoio nas apresentações, como fotógrafos, dançarinos e amigos.
Baque do Vale – http://baquedovale.com.br/
Arrastão do Beco – http://arrastaodobeco.blogspot.com/
O Arrastão do Beco é um grupo brincante de música percussiva da zona Sul de SP fundado em 2007, que trabalha com diversas linguagens dos folguedos populares. Dissemina através dos toques, cantos e danças a cultura das manifestações afro-brasileiras baseadas nas congadas, nos cocos de roda, nas cirandas, nos candomblés das nações de Angola e Kêtu, e principalmente nos maracatus de baque virado, sendo esta última manifestação a sua identidade principal.
Caracaxá – http://ciacaracaxa.maracatu.org.br/
Museu Afro Brasil
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/ nº
Parque Ibirapuera- Portão 10
São Paulo- SP – Brasil
CEP: 040094-050
Fone: 55 11 3320-8900
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FEIA XI - Oficina de Maracatu para Educadores
Dentro da programação do XI FEIA (Festival do Instituto de Artes da UNICAMP), uma das oficinas oferecidas é a oficina Maracatu para Educadores ministrada por Glória Cunha e pelo grupo Maracatucá!
A oficina de Baques e Loas é parte integrante dessa oficina, ou seja, para frequentar essa oficina é preciso frequentar oficna prática de Maracatu, das 14h ás 16h. O público alvo são professores especialistas em música e oficineiros. Consiste num momento de reflexão e aprendizado sobre os diversos elementos trabalhados com o maracatu como ritmos e escrita, aprofundamento dos baques, possibilidades de utilização dentro do trabalho escolar e em outros espaços educacionais.
FEIA XI
Oficina Maracatu para Educadores:
Dias: Segunda à quinta
Horário: 16:00 ás 18:00
Inscrições: on-line
http://www.feia.art.br/oficinas.html
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Maracatu Piaba de Ouro
32 anos de tradição e história são celebrados em grande festa, em Olinda. A Cidade Tabajara, em Olinda (PE), foi palco das comemorações dos 32 anos do tradicional Maracatu Piaba de Ouro, fundado pelo Mestre Salustiano (falecido em 2008), no último fim de semana. Brincantes de todas as idades festejaram o aniversário do Maracatu Piaba de Ouro, referência para outros 104 grupos de maracatus que existem em Pernambuco, fundado em 11 de setembro de 1977. O Secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do MinC, Américo Córdula, a representante da Regional Nordeste (RRNE/MinC), Tarciana Portella, a viúva de Hermílio Borba Filho e umas das grandes incentivadoras do maracatu pernambucano, Leda Alves, além de diversos amigos e pesquisadores estiveram presentes na festa do Ponto de Cultura Piaba de Ouro. 
O legado construído por Mestre Salu é mantido pelos 15 filhos e pela comunidade de mais de 250 brincantes, que criam seus mamulengos, bordados e estandartes e perpetuam a Cultura Viva da história de luta e resistência dessa manifestação cultural. No encontro foi lançado o site e o segundo CD do Piaba de Ouro. Confira em: http://www.maracatupiabadeouro.com/
Maracatu em Recife (PE) abre inscrições para oficinas de dança e percussão
Esrão abertas inscrições para a Oficina de Maracatu (percussão e dança) com o grupo Tambores D´Olorum . Os interessados também podem se tornar integrantes do grupo Tambores D’Olorum pois a agremiação oferece, ainda, vagas para novos batuqueiros. Os interessados devem dirigir-se ao Liceu de Artes e Ofícios (antigo Colégio Nóbrega), na Rua do Príncipe, bairro da Boa Vista na cidade do Recife. A oficina de dança de maracatu será realizada aos sábados, a partir do dia 6 de junho, das 15h às 16h, no Liceu. A mensalidade custa R$ 20. Já as aulas de percussão são das 13h às 15h, nos mesmos dia e local, e a mensalidade custa R$ 30.O Maracatu Tambores D’Olorum ensaia aos sábados, das 15h às 17h, no Liceu de Artes e Ofícios. Os interessados também podem se inscrever para participar como batuqueiros. Todos os componentes da agremiação colaboram com o pagamento de R$ 30 mensais para a manutenção do grupo.Mais informações, pelos telefones (81) 9437- 9321, 9262-2869 e 8863-2938 ou pelo email tamboresdolorum@hotmail.com.
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