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Grupo de Percussão PIAP faz tournée de 37 dias pelos Estados Unidos

O PIAP (Grupo de Percussão do Instituto de Artes da UNESP) fez tournée pelos Estados Unidos durante 37 dias (09/01 a 14/02/2010) sob a direção de John Boudler, o qual também foi produtor, organizador e motorista da van por mais de oito mil quilômetros. O Grupo tem a co-direção de Carlos Stasi e Eduardo Gianesella.

Os integrantes do grupo que participaram da viagem (Adriano Letzel, Bruno Modolo Cabrera, Catarina Percinio Moreira da Silva,Charles Augusto Braga Leandro, Helvio Monteiro Mendes, Leonardo Bertolini Labrada, Marcos Raimundo Matos da Costa, Patrícia de Paula Vieira, Ronan Gil de Morais, Saulo Giovani Silva Bortoloso e Sérgio Ricardo Silva Coutinho) tocaram em 18 concertos e 11 masterclasses, repertório exclusivamente brasileiro incluindo peças de Flo Menezes, Mário Ficarelli, Carlos Stasi, Fernando Iazzetta, Dimitri Cervo, Rafael Alberto, Leonardo Gorosito, Paulo Costa Lima e Arthur Rinaldi. Muitas das peças foram escritas, estreadas ou encomendadas pelo/para o grupo.

Percutriz - Trio Percussivo (Rafael Alberto, Herivelto Brandino e Leonardo Gorosito)


PercuTRIZ - Trio Percussivo é formado por três alunos do terceiro ano do Curso de Bacharelado em Percussão da UNESP. Herivelto Brandino (20), Leonardo Gorosito (23) e Rafael Alberto (20) foram bolsistas no 37º Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão (julho, 2006), onde tiveram a oportunidade de estudar percussão com Eduardo Leandro. Animados, na volta a São Paulo formaram um trio com o apoio e a orientação de John Boudler. Dentro do concerto do Grupo PIAP – Grupo de Percussão do Instituto de Artes da UNESP – o trio apareceu publicamente pela primeira vez em setembro de 2006 na Sala São Paulo, bem como participou da II Bienal de Música Brasileira Contemporânea de Mato Grosso em Cuiabá.


O trio também já realizou três concertos próprios além de estrear a peça Canauê de Dimitri Cervo, em versão para trio, e a peça Têmpolis dos próprios integrantes do grupo.Em português triz significa por pouco, momento, nada, milagrosamente... TRIZ também é uma sigla russa que representa uma metodologia estruturada para a inovação, criada na década de 40 pelo brilhante pensador Genrich Altshuller. A sigla (transcrita para o nosso alfabeto como Teória Rechénia Izobretátelskih Zadátchi) foi adotada internacionalmente nos anos 70 e significa "Teoria da Solução Inventiva de Problemas".


TRIZ como um estudo da excelência, configura-se na junção da abstração, compilação e organização das melhores maneiras inovadoras de resolver problemas na forma de estratégias e princípios.PercuTRIZ - Trio Percussivo da UNESP tem o desafio de incorporar e aplicar estes significados em seus trabalhos musicais e artísticos.

Encerram-se hoje inscições para Festival de Inverno da UFPR


O 19º Festival de Inverno da UFPR acontecerá de 12 a 18 de julho de 2009 na cidade de Antonina no Paraná. Se você tem interesse em tocar pandeiro, alfaia, xequerê, conga, timbau, caxixi, caixa, e aprender técnicas de percussão corporal, baquetas, independência de mãos e poliritmia, faça sua inscrição pelo site até hoje, 7 de julho. O professor da oficina de percussão será Leonardo Gorosito.

Há 19 anos, a UFPR desce a serra em julho para o Festival de Inverno da UFPR em Antonina. É o maior projeto de extensão da universidade e, a cada ano, movimenta cerca de 50 mil pessoas, em espetáculos, oficinas e atividades culturais diversas. Este longo convívio fez a população de Antonina, tal qual os alunos, professores e técnicos que vivenciam esta experiência, crescer culturalmente e como cidadãos. Hoje, a universidade tem um público preparado e muito mais exigente com a cultura e com os seus direitos, tal qual os antoninenses.

É verdade que Antonina não apenas recebe este Festival, mas é também uma cidade rica em cultura e história. É um lugar propício para um festival que reflete e areja a cultura e a arte paranaense. A ligação da UFPR com a cidade é, portanto, muito forte. Todos os anos, um mundo novo e diferente surge pela intersecção da universidade e do povo. A UFPR se prepara para completar 100 anos, mais democrática e mais acessível. Com sua hospitalidade, Antonina, abre as portas para a cultura e para o saber.