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CD Sinfonia e Batuques de Naná Vasconcelos (PE)
Naná dispensa apresentações. Exímio músico, Juvenal de Holanda Vasconcelos que é popularmente conhecido por Naná vem de uma carreira discográfica desde 1972, quando lançou AfricaDeus juntamente com Novelli e Nelson Ângelo. Daí em diante Naná fixou morada em Nova York por um tempo e seu talento ganhou o mundo.
Mas voltemos ao projeto atual e a constante prática experimentalista que permeia e caracteriza a obra do virtuoso percussionista pernambucano. Faz parte desse seu novo álbum arranjos geralmente incomuns em trabalhos discográficos. E isso talvez seja a assinatura tão peculiar e o que chega a distinguir, caracterizar e definir Naná como um dos maiores do mundo em sua atividade musical.
Em sinfonia e batuques (2011), Naná trás cordas, instrumentos sinfônicos e fricção da água (por incrível que pareça!) como artifício percussivo. Busca trazer nessa sua mais recente obra as raízes da música pernambucana quando toca maracatu e também procura dar ênfase a elementos eruditos, pois tem como convidado Orquestra Experimental de Câmera.
No álbum Naná também gravou três composições de sua filha pianista Luz Morena, de 11 anos, e uma faixa com um coral infantil, Menininha nagô (homenagem a Mãe Menininha de Gantois), que abre o disco. Há a utilização de experiências áquaticas como Lamentos e Batuque das Águas (esta é um medley com uma canção do Milton Nascimento gravada pelo próprio Naná em Bush Dance.
Enfim, o álbum transita pelo maracatu, pelo samba, música de câmara e xaxado. Há gravações de temas de sua própria autoria e de compositores como a já citada Luz Morena, do compositor angolano Kituche e de seu conterrâneo J. Michiles.
A versatilidade de Naná é mais uma vez posta em prova e mais uma vez Naná se supera e faz de sua dádiva aquilo que deve ser verdadeiramente chamada de música.
Esta postagem fala sobre:
CD e DVD,
Naná Vasconcelos,
Pernambuco,
Recife
Música do Mundo traz Naná Vasconcelos a João Pessoa (PB)
Oito
vezes consecutivas aclamado como melhor percussionista do mundo pela
revista norte-americana Down Beat, o percussionista pernambucano Naná
Vasconcelos é uma das atrações do ‘Música do Mundo’ desta quarta-feira
(28). Também sobem ao palco do evento o trombonista brasileiro, premiado
internacionalmente, Raul de Souza, além da banda paraibana, fundada por
suíços, Néctar do Groove.
O evento, que reúne os principais artistas e grupos instrumentais do
Brasil e de outros países, começa a partir das 18h, no Busto de
Tamandaré, na divisa das praias de Cabo Branco e Tambaú. A realização é
da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope).
Naná Vasconcelos – Juvenal de Holanda Vasconcelos
nasceu no Recife (PE) em 1944. Tocou pelo mundo durante duas décadas,
chegando a morar em Paris e Nova York. Mesmo com tanto tempo no
estrangeiro, não esqueceu as influências brasileiras, que estão
presentes em toda a sua obra. O artista aprendeu a tocar diversos instrumentos de
percussão, embora nos anos 60 tenha se especializado em berimbau.
O trabalho de Naná vai desde a música erudita do brasileiro Villa-Lobos ao roqueiro Jimi Hendrix. O mais recente projeto foi o “Língua Mãe”, que teve desdobramento internacional e foi concebido para fazer parte das comemorações de 50 anos de Brasília. Na ocasião, o músico pernambucano regeu 120 crianças de três países de mesma língua – Portugal, Angola e Brasil – acompanhadas pela Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, comandada pelo maestro Gil Jardim.
Nesta quarta-feira, Naná Vasconcelos vai executar um repertório que
traz composições próprias, como “Berimbau” e “Vamos pra Selva”, além de
parcerias e criações de outros artistas. Assim, o público presente ainda
poderá ouvir, por exemplo, “Bachianas Brasileiras nº 1” e “Canto do
Cisne Negro” (Heitor Vila-Lobos); “Astrologia” (soneto de Mario Quintana
e música de Lui Coimbra ) e “Babylon” ( Zeca Baleiro ).
Fonte: Funjope
Projeto Tambores do Brasil
Gostaria de convidá-lo a participar do projeto Tambores do Brasil, um projeto idealizado pela Alecrim Produções Artísticas, com o patrocínio da Caixa Cultural. Nesta edição de 2010, os artistas convidados para ministrar os workshops são: Naná Vasconcelos; Grupo PRACATUM com a oficina BANDODIPAPEL (confecção de instrumentos artesanais); Marcos Suzano e o brasiliense Leander Motta.
O projeto será dividido em 4 ações comandadas pelos artistas citados acima. Segue abaixo o cronograma.
04 e 05 de Setembro
Workshop orgânico com Naná Vasconcelos
Estacionamento da Caixa Cultural das 10 às 13h.
Aberto para a população em geral (músicos, atores, bailarinos, artistas e “não artistas”...) / 300 vagas
13 a 19 de Setembro
Oficina BANDODIPAPEL - Destinado a jovens e representantes de grupos sociais que trabalham com ações no setor musical / 30 vagas
13 a 17/09 – 14h. às 18h. – Confecção dos instrumentos / local a definir.
18 e 19/09 – 14 às 18h. – Apreensão dos ritmos e toques (instrumentos) / Tenda Caixa Cultural
19/09 – 19h. Abertura da exposição e apresentação musical dos participantes da oficina / Caixa Cultural.
26 de Setembro
Oficina de pandeiro com Marcos Suzano
26/09 - Workshop das 10h até às 18h (com intervalo para o almoço)
Turma 2: turma de iniciados (jovens oriundos da oficina PRACATUM e representantes de grupos de Brasília)
Local: Tenda no estacionamento da Caixa Cultural
27 e 28 de Setembro
Oficina de pandeiro com Marcos Suzano / 30 vagas
Turma 1 – Avançada (turma de qualificação profissional)
Horário a definir (vespertino ou noturno)
Local: Teatro da Caixa Cultural
09 e 10 de Outubro
Oficina de percussão com Leander Motta
Local: Tenda no estacionamento da Caixa Cultural
Turma 1 – Avançada (turma de qualificação profissional) / 10 às 13h. / 30 vagas
Turma 2: turma de iniciados (jovens oriundos da oficina PRACATUM e representantes de grupos de Brasília) / 15 às 18h.
10 DE OUTUBRO – 19H. Estacionamento da CAIXA CULTURAL
ENCERRAMENTO FINAL - LEANDER MOTTA IRÁ COMPOR UMA APRESENTAÇÃO COM OS DIFERENTES GRUPOS E PROFISSIONAIS QUE PARTICIPARAM DO PROJETO EM UMA GRANDE FESTIVIDADE DA CLASSE.
Inscrições, dúvidas e maiores informações
3367-5432 / 8172-5321 falar com Luana Fonteles.
Alecrim Produções Artísticas
Cond. Ville de Montagne, qd.11, cs.25, Lago Sul.
Brasília DF CEP: 71.680-357
Tel.:61 3367 5432 Fax.:61 3367 0402
e-mail: alecrim@alecrim.art.br
Naná Vasconcelos e Sa Grama se apresentam nos 79 anos do CPM
Um encontro inédito. O improviso de Naná Vasconcelos, com seus sons que mostram o cenário brasileiro, se misturam ao instrumental do grupo Sa Grama, que se baseia nas manifestações da cultura popular pernambucana. Essa junção de estilos fará parte de umas das comemorações em homenagem aos 79 anos do Conservatório Pernambucano de Música (CPM). A apresentação está marcada para hoje, quarta-feira (12), no Teatro Santa Isabel, a partir das 20h. Os ingressos serão distribuídos uma hora antes do início do show.Para Naná Vasconcelos, que possui em seu currículo diversas apresentações com artistas das mais diferentes tendências, como Milton Nascimento, o saxofonista argentino Gato Barbieri, o pianista e compositor Egberto Gismonti, o guitarrista Pat Metheny, entre outros, essa será mais uma forma de experimentar o desconhecido. ‘Gosto de experimentar o novo e essa junção promete ficar na memória’. Entre as apresentações de Naná estão as peças: concerto para berimbau; vamos para selva (Amazônia reserva de vida e sabedoria); e som da chuva na selva.
Já o grupo Sa Grama apresentará, segundo Sérgio Campelo, flautista do Grupo, ‘além de músicas do seu último CD ‘Chão batido, palco picadeiro’, músicas que marcaram a trajetória do grupo, com a trilha sonora do filme, o Auto da Compadecida’.
(Por Roberta Francine Gesteira)
Serviço:
Aniversário de 79 anos do Conservatório Pernambucano de Música
Participações: Sa Grama e Naná Vasconcelos
Data: 12 de agosto
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