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Workshop de Percussão no Festival Belas Artes (SC)
Workshops de saxofone, percussão e fotografia digital avançada completam programação do Festival Belas Artes 2012
Uma oportunidade para aprimorar os conhecimentos musicais. Assim, o Conservatório Belas Artes pensou os workshops que antecedem o Festival Belas Artes 2012. Neste ano, serão dois dias de treinamento, com profissionais de fora e da própria escola.
No sábado, 27 de outubro, os interessados em saxofone podem se reunir para um workshop com Erik Haimann Pais, “clinician” de saxofone da Yamaha Musical do Brasil, formado pelo Conservatório Dramático Musical de Tatuí e pelo Trinity College London. O profissional atua como solista e camerista no Brasil e no exterior, sendo premiado em diversos concursos nacionais. Tem especialização em safoxone erudito pela Dale Underwood, nos Estados Unidos. O seminário ocorre das 8 às 17 horas, com inscrição no valor de R$ 35 para alunos e R$ 50 para não alunos.
No domingo, 28 de outubro, é dia de aprender mais sobre percussão. Daniel Gohn, também integrante da equipe da Yamaha Musical do Brasil, vem à Joinville para ministrar o workshop que ocorre das 8 às 17 horas. O profissional é bacharel em música pela Unicamp, compõe o trio de percussão “Tribores” e é mestre pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Fez cursos nos Estados Unidos e retornou ao Brasil, onde lançou o livro “Auto-aprendizagem musical: alternativas tecnológicas”, publicado em 2003. Atualmente é doutorando na ECA/USP. O investimento é de R$ 25 para alunos e R$ 40 para aqueles que não estudam na escola.
O professor de fotografia do Belas Artes, Fábio Schramm, também ministra o workshop de fotografia digital avançada, dando orientações para aqueles que desejam fazer fotos profissionais. O treinamento ocorre a partir das 14 horas, no valor de R$ 20.
As inscrições para os workshops devem ser feitas na sede da escola, na Rua Aubé, 427, ou pelo telefone . As vagas são limitadas.
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Batuka! Drum Festival começa hoje e tribores se apresenta amanhã
Acontecem hoje e amanhã no Auditório do Ibirapuera, capital paulista o Batuka! Brasil Internacional Drum Festival edição 2009, promovido pelo Instituto de Bateria Vera Figueiredo. O evento acontece em sua 11ª edição. O projeto rendeu dois cd´s e reúne em sua programação shows, workshops e performances de artistas brasileiros e estrangeiros.Dentro da programação do evento este ano está o grupo tribores, um trio de percussão formado em 2002, que reuniu-se com o objetivo de apresentar uma forma própria, diferenciada e empolgante de tocar e fazer musica, dando ênfase à percussão, no sentido de expor a habilidade e a qualidade técnica de seus integrantes, Ednei, Felipe e Daniel. Com um repertório de músicas próprias o intuito do grupo é fundir o gênero da musica erudita à popular, utilizando inclusive técnicas da percussão escocesa, num show que explora os movimentos próprios do ato de tocar percussão.
Destinado ao publico em geral, um dos pontos mais importantes do show é a interatividade com a platéia.Durante sua trajetória, o grupo Tribores tem participado de importantes eventos de percussão. Alguns exemplos:
• 2° Encontro Internacional de Percussão, no Conservatório Musical de Tatuí.
• 2° Encontro de Percussão da Universidade Livre de Música “Tom Jobim” (ULM).
• Semana de Música da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).
• Festival Música das Esferas de Bragança Paulista
• V Encontro Nacional de Compositores Universitários
• Convidado do Sexto Festival Internacional da Patagônia (Argentina) 2008
• Virada Cultural Paulista 2008
• Circuito Cultual Paulista 2008, nas cidades de Lençóis Paulista, Martinópolis, Miracatu, Iguape, Caraguatatuba e Ilhabela
• Virada Cultural SOS. Santa Catarina
• Circuito Cultural Paulista 2009.
O Tribores é formado por Edinei Lima, Daniel Gohn e Felipe Veiga.
No site oficial os videos, clique aqui!
E-mail: tribores@tribores.com.br
Tel.: 11 9687.3106
http://www.tribores.com.br/
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E-mail: tribores@tribores.com.br
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Grupo Casa de Marimbondo lança Show "Nós na Madeira"

CASA DE MARIMBONDO: NÓS NA MADEIRA
Casa de Marimbondo é um conjunto com uma formação pouco tradicional: um quarteto de baterias. A sonoridade do projeto, calcada em um minucioso trabalho de composição, é bastante particular e distinta dos padrões convencionais, mas sem perder o foco de uma grande realização musical. Formado por Jayme Pladevall, Pepa D´Elia, Daniel Gohn e Alex Reis, o grupo gravou seu primeiro CD em 2004 e no presente momento inicia uma nova fase com o show Nós na Madeira.
Mais do que uma simples reunião de músicos, o projeto Casa de Marimbondo representa um esforço para valorizar a riqueza e a diversidade dos ritmos musicais do Brasil. A abordagem diferenciada dá margem a experimentações rítmicas inovadoras e consistentes, e coloca em destaque um instrumento que tradicionalmente é associado ao acompanhamento musical. Porém, mais do que criar ritmos, o conjunto busca boas melodias e harmonias, usando a bateria como foco para olhar a música brasileira. O objetivo é explorar as possibilidades da bateria ao máximo.
As diferentes gerações de músicos que constituem o grupo Casa de Marimbondo, unindo experiências individuais de pesquisas e vivências instrumentais, proporciona resultados sonoros inusitados, com menções a ritmos diversos, como samba, frevo, maracatu, funk, ijexá e tambor de crioula. A concepção é de música de câmera, pois toda intervenção está escrita e existe dentro de um contexto, mas o tom popular surge nos ritmos e na alegria característica da música brasileira.
A força do Casa de Marimbondo está em sua música, mas a sensação sonora e o impacto visual das apresentações do grupo fizeram o sucesso de sua história.
O SHOW
Após apresentações em vários festivais, como o Batuka! SP, e o Festival Internacional de Percussão do Conservatório de Tatuí, e shows em teatros, como o Florestan Fernandes, na Universidade Federal de São Carlos, o grupo Casa de Marimbondo volta com um novo show, intitulado Nós na Madeira.
O nome do espetáculo faz referência ao material mais utilizado pelos instrumentistas no palco: a madeira está nas baquetas que tocam as peles e nos tambores que compõem as baterias. E Nós na Madeira é um alerta para a questão ecológica e para a falta absoluta de respeito com o planeta em que vivemos. Nosso show endossa atividades humanas conscientes como os reflorestamentos, que diminuem as conseqüências danosas da extração de madeira ao meio ambiente.
Há projeções em um telão, com imagens especialmente editadas para o show, que complementam a experiência sonora e abrem novas dimensões sensoriais nas platéias. O repertório inclui músicas do CD e novas criações, especialmente encomendadas de compositores convidados, apresentando uma outra faceta do conjunto. Agora, além de peças para quatro baterias, há também a participação pré-gravada de outros instrumentistas: o quinteto de trompetes, coordenado por Clóvis Beltrami, Oficina Trompetando, o baixista Renato Loyola, e o tecladista Mauro Cannalonga.
O espetáculo Nós na Madeira leva ao palco a identidade do grupo Casa de Marimbondo, com um conceito de excelência em torno da bateria, buscando inovações nas sonoridades enquanto mantém a tradição de aprendizagens de seus integrantes. Enquanto houver a música, o palco e os tambores, o objetivo permanece... seremos Nós na Madeira.
por Daniel Gohn
Casa de Marimbondo é um conjunto com uma formação pouco tradicional: um quarteto de baterias. A sonoridade do projeto, calcada em um minucioso trabalho de composição, é bastante particular e distinta dos padrões convencionais, mas sem perder o foco de uma grande realização musical. Formado por Jayme Pladevall, Pepa D´Elia, Daniel Gohn e Alex Reis, o grupo gravou seu primeiro CD em 2004 e no presente momento inicia uma nova fase com o show Nós na Madeira.
Mais do que uma simples reunião de músicos, o projeto Casa de Marimbondo representa um esforço para valorizar a riqueza e a diversidade dos ritmos musicais do Brasil. A abordagem diferenciada dá margem a experimentações rítmicas inovadoras e consistentes, e coloca em destaque um instrumento que tradicionalmente é associado ao acompanhamento musical. Porém, mais do que criar ritmos, o conjunto busca boas melodias e harmonias, usando a bateria como foco para olhar a música brasileira. O objetivo é explorar as possibilidades da bateria ao máximo.
As diferentes gerações de músicos que constituem o grupo Casa de Marimbondo, unindo experiências individuais de pesquisas e vivências instrumentais, proporciona resultados sonoros inusitados, com menções a ritmos diversos, como samba, frevo, maracatu, funk, ijexá e tambor de crioula. A concepção é de música de câmera, pois toda intervenção está escrita e existe dentro de um contexto, mas o tom popular surge nos ritmos e na alegria característica da música brasileira.
A força do Casa de Marimbondo está em sua música, mas a sensação sonora e o impacto visual das apresentações do grupo fizeram o sucesso de sua história.
O SHOW

Após apresentações em vários festivais, como o Batuka! SP, e o Festival Internacional de Percussão do Conservatório de Tatuí, e shows em teatros, como o Florestan Fernandes, na Universidade Federal de São Carlos, o grupo Casa de Marimbondo volta com um novo show, intitulado Nós na Madeira.
O nome do espetáculo faz referência ao material mais utilizado pelos instrumentistas no palco: a madeira está nas baquetas que tocam as peles e nos tambores que compõem as baterias. E Nós na Madeira é um alerta para a questão ecológica e para a falta absoluta de respeito com o planeta em que vivemos. Nosso show endossa atividades humanas conscientes como os reflorestamentos, que diminuem as conseqüências danosas da extração de madeira ao meio ambiente.
Há projeções em um telão, com imagens especialmente editadas para o show, que complementam a experiência sonora e abrem novas dimensões sensoriais nas platéias. O repertório inclui músicas do CD e novas criações, especialmente encomendadas de compositores convidados, apresentando uma outra faceta do conjunto. Agora, além de peças para quatro baterias, há também a participação pré-gravada de outros instrumentistas: o quinteto de trompetes, coordenado por Clóvis Beltrami, Oficina Trompetando, o baixista Renato Loyola, e o tecladista Mauro Cannalonga.
O espetáculo Nós na Madeira leva ao palco a identidade do grupo Casa de Marimbondo, com um conceito de excelência em torno da bateria, buscando inovações nas sonoridades enquanto mantém a tradição de aprendizagens de seus integrantes. Enquanto houver a música, o palco e os tambores, o objetivo permanece... seremos Nós na Madeira.
por Daniel Gohn
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