Live no Instagram com Felipe Drago e Sérgio Vieira
Recital-defesa de Doutoramento de Fernando Chaib (Portugal)
Concerto do Simantra Grupo de Percussão (Portugal)
Espetáculo Água Mãe Água com Grupo de Percussão Simantra (Portugal)
Ciclo de Workshops com Américo Cardoso sobre Percussão Árabe (Portugal)
NÍVEL: Iniciado/Intermédio
DATAS:
• 1º Workshop: 29 de Janeiro 2012
• 2º Workshop: 19 de Fevereiro 2012
• 3º Workshop: 18 de Março de 2012
• 4º Workshop: 29 de Abril de 2012
• 5º Workshop: 20 de Maio de 2012
• 6º Workshop: 10 de Junho 2012
DURAÇÃO: 3 horas
HORÁRIO: das 10:00 às 13:00
ESTRUTURA:
• 2 horas: Dedicadas à parte prática do instrumento abordando os ritmos, exercícios etc.
• 1 hora: Educação Auditiva
LOCAL: Faro - Escola Secundária de Pinheiro e Rosa (Portugal)
Os alunos deverão ter obrigatoriamente um dos seguintes instrumentos:
• Darbouka/ Tabla
• Daff (pandeiro)
• Riqq (pandeireta)
• Saggat (crótalos)
OBJECTIVO
Este ciclo de workshops pretende proporcionar a todos os participantes o conhecimento em maior profundidade acerca do ritmo e dos ritmos que constituem o vocabulário de dança oriental, pilar de toda a dança. Na dança oriental o aspecto do ritmo é muito importante, não é por acaso que num espectáculo de dança oriental, existe um momento mágico de percussão ao vivo, a cumplicidade entre o tabla - executante de darbouka - e a bailarina, que proporcionam um dos grandes momentos. O ritmo se torna muito evidente.
PREÇO POR WORKSHOP: 30€ público geral
VALOR PROMOCIONAL: 25€ grupos de 4 ou mais pessoas
PAGAMENTO (Após prazos previstos ao preço acresce 10%):
• 1º Workshop: 23 de Janeiro 2012
• 2º Workshop: 13 de Fevereiro 2012
• 3º Workshop: 12 de Março de 2012
• 4º Workshop: 23 de Abril de 2012
• 5º Workshop: 14 de Maio de 2012
• 6º Workshop: 04 de Junho 2012
• Os pagamentos devem ser efectuados por transferência bancária, através do NIB: 0035 0199 0000 0314 5007 0, de acordo com as datas de inscrição. Caso se trate de uma inscrição de 4 ou mais elementos, o pagamento deverá ser efectuado na totalidade e de uma só vez, de acordo com as datas de inscrição. Após o pagamento deverá enviar um e-mail com dados solicitados para inscrição - BI ou CC, contacto de telemóvel, e-mail e em que workshop se refere a sua inscrição. Confirmaremos a sua inscrição após pagamento e recepção dos dados acima solicitados. O aluno deverá enviar por e-mail ou apresentar à entrada do evento o comprovativo bancário (depósito/transferência). São impossíveis devoluções antes, durante ou depois do workshop, por motivos alheios à organização do evento. Serão passados certificados de participação devidamente discriminados.
SE PRETENDE RECEBER INFORMAÇÃO MAIS DETALHADA SOBRE O CONTEÚDO DESTE CURSO ENVIE-NOS UM E-MAIL PARA:
• Akhawat.Al.Raks@gmail.com
Workshop de Percussão com Pedro Carneiro (Portugal)
Workshop de Percussão com Paulo das Cavernas (Portugal)
Crianças dos 5 aos 9 anos
Horário: 10h30 – 11h30
Inscrições: 6 euros
Crianças/Adolescentes dos 10 aos 15 anos
Horário: 11h30 – 13h00
Inscrições: 6 euros
As inscrições podem ser efectuadas no Clube Literário do Porto (Portugal) ou pelo email institutodemusica.clp@gmail.com
Paulo das Cavernas
Desde 2002 que desenvolve a sua carreira como percussionista e guitarrista com diversos grupos. Trabalha neste momento como membro integrante dos Semente e Madandza e já trabalhou com Olivetree, Djamboonda, Tchakare Kanyemb, Kulirimar e Le Partisan. É professor de percussão africana desde 2002, tendo fundado em 2005 a Escola Sementinha. Trabalha desde 2003 como monitor de música e percussão e musicaliza o projecto “histórias que dançam” para crianças, em váriosprojectos educativo/ artístico/ sociais. Iniciou os seus estudos musicais em 1985, começando o estudo das percussões em 1990. Em 2009 finalizou o Curso de Formação de Animadores Musicais na Casa da Musica. Já teve formação com vários mestres da percussão africana e brasileira. Realizou um estágio intensivo de percussão africana na Guiné Conacry em 2006, debalafone e percussão tradicional em 2009 e de Ngoni em 2010 em Burkina Faso.Recital de Doutoramento em Percussão de Fernando Chaib (Portugal)
Luas de Vidro Urbano - *estréia (vibrafone, live multimedia e eletrônica) de Hugo Correia
Canção Simples de Tambor (caixa solo) de Carlos Stasi
5º Festival Internacional de Percussão Tomarimbando (Portugal)
(10h, Sede da Soc. Filarmónica Gualdim Pais)
dias 27 e 28 – Joaquim Alves
dia 29 – Nuno Aroso
dia 30 – Kuniko Kato
dia 1 – Mark Ford
Concertos Escolas
(18h00, Auditório do IPT)
dia 27 – Academia de Música de Cantanhede
e Conservatório de Artes de Música do Dão
dia 28 – Conservatório de Música de Aveiro
e Academia de Música de Vilar de Paraíso
dia 29 – Escola Profissional Metropolitana de Lisboa
e Ensemble de Percussão da Soc. Fil. Gualdim Pais
dia 30 – Drumming
dia 1 – Escola Profissional de Música de Espinho
Concertos Profissionais
(21h30, Cine-Teatro Paraíso)
dia 27 – Nuno Aroso (Portugal)
dia 28 – Les Percut (França)
dia 29 – Kuniko Kato & Puzzlensemble
(Japão e Portugal)
dia 30 – Mark Ford (EUA)
dia 1 – Drumming (Portugal)
Maiores informações:
http://www.tomarimbando.net/
Reservas: tel. 249 313 576 | 931 647 643
Organização: Sociedade Filarmónica Gualdim Pais
Apoio: Câmara Municipal de Tomar
Grupo de Percussão Simantra vence o CIMCA 2011 (Portugal)
Biografia
Simantra Grupo de Percussão
IV Festival Internacional de Percussão em Portugal
Conheça o Percutunes
O Grupo de Percussão "Percutunes", foi criado em Outubro de 2006 em Portugal, através de um convite do Presidente da Associação de Grupos de Escolas do Algoz, que na época ministrava na Escola EB 1 de Tunes uma Oficina de Percussão. Os ensaios iniciaram-se com a participação de alguns alunos da Escola EB1 de Tunes que já participavam nessa oficina, sendo o Professor Carlos Peixoto o responsável pelos mesmos. Inicialmente os instrumentos utilizados pertenciam na sua totalidade aos integrantes do grupo, mas com o evoluir do percutunes, a Associação das Comunidades de Tunes foi adquirindo mais e melhores instrumentos. A ascensão do grupo deu-se essensialmente a partir de Julho de 2007, data em que se realizou o 1º Festival de Percussão que contou com a presença dos Tocandar. Atualmente o grupo tem cerca de 22 integrantes. Os epectáculos realizados foram todos no Algarve, tiveram como pontos altos a atuação no verão total (programa da rtp1) em Silves no verão de 2008, a actuação com os Bomboémia em Tunes no verão de 2009. O grupo participou recentemente da Feira Medieval de Silves.A companhia Tocá Rufar (Portugal)
Tocá Rufar nasceu em 1996 no âmbito de um convite da Expo’98, dirigido a Rui Júnior, para a criação de um espectáculo de percussão baseado na rítmica tradicional Portuguesa. A par com este impulso iniciador, a instituição do projecto foi motivada pela conjugação de uma ambição musical e de uma consciência social para as quais se buscou expressão numa relação privilegiada com o instrumento bombo e a cultura musical inerente.Após a Expo’98 o projecto Tocá Rufar permaneceu vivo e sedeou-se no Casal do Marco, Seixal, no espaço TamborQFala. Investiu na criação de uma estrutura, a empresa Artes e Ideias Sonoras e constitui-se como Associação – A.D.A.T. – Associação dos Amigos do Tocá Rufar, a fim de responder ao número crescente de interessados em receber formação artística no seio do projeto.Continuando até hoje a desenvolver o potencial artístico dos jovens inscritos, a A.D.A.T extravasa o seu propósito inicial como Associação, respondendo por uma orquestra de percussão, uma companhia de música e pelo desenvolvimento de oficinas de percussão em todo o país atraindo crianças, jovens e adultos, realizando parcerias com diversas instituições públicas e privadas, companhias profissionais, artistas, grupos comunitários, crianças com necessidades especiais e escolas oficiais.Assumiu-se como um projecto sem fins lucrativos e de inegável valor educativo, foi-lhe atribuído pelo Ministério da Cultura o Estatuto de Projecto de Interesse Cultural; representou Lisboa no encontro das Cidades Educadoras em 1999 e foi galardoado com o prémio de Qualidade pelo Programa Educativo Nacional em 2001. Recentemente, em Março de 2006, representou Portugal na Conferência Mundial de Educação Artística, realizada no Centro Cultural de Belém. Integrou o Projecto Reinserção pela Arte, projecto piloto de natureza experimental, promovido pela Gulbenkian em colaboração com a Direcção-Geral de Reinserção Social, entre 2006 e 2008.O interesse pedagógico e cultural do Tocá Rufar revê-se igualmente nas oficinas de percussão ministradas a nível nacional e internacional e suportadas por uma organização quase auto-suficiente com estruturas sólidas de ensino e divulgação da percussão Portuguesa.
O impacto que o Tocá Rufar a nível nacional projectou-o internacionalmente, tendo sido agraciado com o Visiting Arts and Calouste Gulbenkian Foundation’s Portuguese Performing Arts Awards em 2003, realizando intercâmbios juvenis e participando em inúmeros seminários e encontros internacionais. O reconhecimento internacional passa igualmente por actuações em países como a Alemanha, Brasil, Coreia do Sul, Espanha, E.U.A., França, Japão, Macau (China) e Reino Unido.
A Orquestra tem sido frequentemente solicitada a colaborar com artistas, grupos e entidades de renome das mais diversas áreas musicais como Gilberto Gil, Fafá de Belém; com os ‘Stomp’ na ante estreia no CCB, os Gaiteiros de Lisboa na gravação ao vivo do CD ‘Dança Chamas’, com José Mário Branco e Amélia Muge no espectáculo ‘Margens da Alegria’, entre outros. Na área do bailado saliente-se a colaboração com o Ballet Gulbenkian interpretando ao vivo a peça ‘See Under X’ em estreia mundial (Portugal e E.U.A.). Em 2008 implantou-se um novo espaço TamborQFala, acontecimento que assistiu também a uma re-organização global do Tocá Rufar. Esta mudança estabelece um panorama de reflexão e reivindica a reformulação e consolidação do projecto e da sua identidade, impulsionadas pelo empenho em fazer jus ao investimento cumprido.
iPUM em Barcelos no IX Encontro de Bombos e Gaitas de Foles (Portugal)
Bate-papo com o leitor - Paulo Jorge Cruz

"BACH, IDEIAS E FA(C)TOSA música não há como ouvi-la. No caso de Johann Sebastian Bach, a ideia ganha importância por ser quem é. Apesar de músico do barroco tardio, Bach subverteu os conceitos desse estilo e por isso obriga hoje os livros especializados sobre o tema a fazerem ressalvas técnicas sempre que chegam à sua música. E isto não é nada. O maestro belga Philippe Herreweghe diria uma vez: “música contemporânea? música contemporânea é a música de Bach” (ao canal de TV “Mezzo”). Não é por acaso que Bach é tão apreciado pelos músicos de Jazz, pelo seu contraponto certamente.
Sobre Johann Sebastian Bach, tudo o que se disser nunca será muito mas, ao mesmo tempo, tudo o que é dito pode até ser supérfluo. Ouvir a sua música é a experiência que importa.
As composições de Bach juntam à melodia a sua própria plenitude, torna-se mais que bela, mais que melódica. A audição das suas peças não cansa e não satura. E porquê? Porque a sua complexidade e sobretudo dinamismo interno suscitam a constante renovação do prazer auditivo, sempre descobrindo algo de novo, seja pelo mesmo intérprete, seja através de outra perspectiva. No oposto, a ausência dessa dinâmica em muitos outros compositores, esgota-os na disponibilidade auditiva.
Em 1870 Wagner seria autor de uma peculiar observação, como era aliás seu timbre. Em Junho daquele ano Nietzsche levou a Wagner uma gravura da “Melancolia” do génio Albrecht Dürer (o Alemão que viveu entre o século XV e XVI e foi filósofo, artista, teórico, pintor, etc). Wagner deixou então escapar a seguinte comparação entre Dürer e Bach – comparação intelectual entre ambos que ainda hoje é muito recorrente na Alemanha:
“Os dois eram dotados dessa rica imaginação misteriosa, privada de beleza, mas tocando o sublime, o que ultrapassa toda a beleza”. (Martin Geck, “Matthäuspassion” BWV 244, Seiji Ozawa, Philips 1999)O dinamismo de que falo permite, afinal, que a sua música reúna consenso entre os que procuram beleza objectiva e os que buscam eloquência metafísica. Todos encontram a sua própria fruição.
No entanto, a habitual ingratidão e incompreensão que caracteriza todos os génios durante o seu tempo de vida, também aqui fez com que Johann Sebastian Bach fosse considerado “um mal menor” quando em Fevereiro de 1723 foi chamado a prestar provas para o cargo de Thomaskantor e Diretor Musical da cidade de Leipzig, a que se candidatara. Nessa altura foi a 7ª opção, o último.
Quando morreu, a primeira opção da “autoridade eclesiástica” (Kirchenbehörde) recaiu sobre o grande amigo de Bach e padrinho de Carl Philipp Emanuel, Georg Philipp Telemann, nessa altura já em Hamburg, que recusou; seguiu-se Christoph Graupner, que não foi autorizado a deixar Darmstadt; vem depois Johann Fasch, que também recusou; houve ainda 3 hipóteses, mas todas descartadas; finalmente Bach foi chamado a prestar provas…!
Na vertente musical o processo de candidatura decorreu da seguinte forma: o tema de 2 cantatas, já com nome e texto, foi apresentado a Sebastian, cabendo-lhe compor música – um autêntico exame. Como era hábito, ambas as cantatas foram tocadas em cada uma das duas principais igrejas da cidade, A Nikolaikirche (Kirche=Igreja) ou St. Nikolai, e a Thomaskirche ou St. Thomas – ambas existem hoje, mas esta última adquiriu clara primazia sobre a outra. No século XVIII, ainda que equivalentes, as duas igrejas Românicas (século XII) apresentavam-se de forma hierárquica, com a Nikolaikirche à frente; era aqui que as grandes obras se estreavam em primeiro lugar, como por exemplo as “Paixões”.
Eis os nomes das 2 cantatas para as quais Bach compôs música: “Jesu nahm zu sich die Zwölf(e – hoje em Alemão escreve-se Zwölfe - doze)” (em tradução livre – Jesus tomou para si os 12) BWV 22 e “Du wahrer Gott und Davids Sohn” (tu verdadeiro Deus e filho de David) BWV 23.
Um ano mais tarde, em 20 de Fevereiro de 1724 e já como Kantor, Bach tocaria de novo as 2 cantatas para a mesma ocasião litúrgica: o Domingo da Quinquagésima (50 dias antes da Páscoa e uma semana antes do início da Quaresma, data a partir da qual e durante 42 dias não se tocava música concertante nas igrejas de Leipzig, o “Tempus Clausum”).
Em 5 de Maio de 1723 na “Rathaus” (=câmara/prefeitura) de Leipzig, construída em 1556, Bach assinou o contrato que o vincularia durante todo o resto da sua vida. A sala onde o protocolo teve lugar chama-se “Ratsstube” (sala do município ou sala de visitas) e pode ser percorrida, lá encontra-se todo o mobiliário que serviu o acontecimento, incluindo uma cópia da “pena” e do documento/contrato (os originais estão no “Arquivo Nacional”). Em 22 de Maio a família de Johann Sebastian muda-se para a cidade, 8 dias mais tarde estreia a sua primeira cantata oficial, a BWV 75 “Die Elenden sollen essen” (os infelizes devem comer), um excelente trabalho em 2 partes começado ainda em Köthen mas só em Leipzig tocado. Era a primeira de pelo menos 1350 cantatas que Bach tocaria ao longo dos 27 anos que ali viveu (e morreu, terça-feira 28 de Julho de 1750). A partir dele a música só podia mudar, e disso encarregar-se-iam os seus filhos de fazer.
Paulo Jorge Cruz"
Obrigada, Paulo. Agradecemos a visita e as informações.
Escreva-nos você também: paraibapercussiva@yahoo.com.br
















