O percussionista paulista Joaquim Abreu, mais conhecido como Zito, esteve em João Pessoa (PB) para mais um concerto da OSUFPB - Percussão onde se apresentou no Auditório Radegundis Feitosa no dia 11 de outubro de 2013. O programa contemplou obras de Fernando Iazzeta, Eli-Eri Moura, John Cage, Mário Ficarelli, Marcílio Onofre, Luís CarlosCsëko e Xavier Álvares. A OSUFPB - percussão é coordenada por Francisco Xavier de Souza Neto e Dennis Bulhões. Participaram do concerto além de Joaquim Abreu e dos coordenadores,o trompetista Ayrton Benk, a bailarina Gícia Amorim, os trombonistas Sandoval Moreno, Marlon Barros, Cássio Vieira e Alexandre Magno e os percussionistas João Medeiros, Lucas Freire, Germanna Cunha, Lue Maia e Wênia Xavier.
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Concerto da OSUFPB Percussão com Joaquim Abreu (Zito) em João Pessoa (PB)
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Concerto da OSUFPB Percussão (PB)
Logo mais, às 20h, nesta sexta-feira (21/6/2013), na Sala Radegundis Feitosa
OSUFPB PERCUSSÃO INTERPRETA COMPOSITORES DO COMPOMUS
MÚSICA CONTEMPORÂNEA - OBRAS INÉDITAS - COMPOSITORES ATUANTES NA PARAÍBA
LAMUSI-CCTA-UFPB
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Muita percussão com apresentação do Círculo de Tambores
Apresentação do grupo Círculo de Tambores coordenado pelo Professor Chiquinho Mino (Francisco Xavier) juntamente com as bandas Brasis e Anexo dia 29 de janeiro no Papagaio Pirata na praia do Cabo Branco em João Pessoa (PB)
Círculo de Tambores encerrará o 2º Dia Percussivo
O Grupo Círculo de Tambores fará no próximo dia 8 de dezembro de 2009, às 21h, na Estação cabo Branco - Ciência, Cultura e Artes, o encerramento do 2º Dia Percussivo. O Círculo, foi criado em janeiro de 2005, na cidade de João Pessoa, com a participação de músicos, artistas, alunos e ex-alunos da UFPB e pessoas da comunidade, tendo como idealizador e coordenador o professor do Departamento de Música da UFPB, Chiquinho Mino.
As apresentações oficiais acontecem sempre no 1o dia de Lua Cheia, em vários bairros da cidade. Segundo Chiquinho "alguns objetivos pretendidos pelos círculos de sons e de tambores são: propiciar um ambiente encorajador para expressão criativa; oportunizar a comunicação sem usar palavras; potencializar o melhoramento do condicionamento físico, emocional e mental; oportunizar a socialização; propiciar um fazer musical em comunidade; possibilitar o acesso para aquelas pessoas que, por razões diversas, não tiveram a oportunidade de tocar e/ou fazer música; ilustrar os benefícios da diversidade; mostrar que, pela cooperação, as pessoas podem alcançar mais quando estão juntas, do que quando estão sozinhas (sinergia); encorajar os estudantes a participarem de atividades que serão construtivas para eles e que os ajudem a ganhar autoconfiança através de experiências positivas; permitir aos estudantes aprender por exploração; respeitar a singularidade de cada participante".O Círculo de Tambores da UFPB é pioneiro em todo o Estado da Paraíba. Com influências na cultura Africanas, Cubanas, Indígenas e Afro-Uruguaias, não deixando de lado os elementos e ritmos da nossa cultura popular, tais como: samba, maracatú, coco, ciranda, frevo, bumba meu boi, caboclinho, carimbó, baião.
Quer saber mais sobre o 2º Dia Percussivo? visite http://www.diapercussivo.blogspot.com/
Projeto Círculo de Tambores em sintonia com a lua cheia

O Círculo de Tambores foi criado em janeiro de 2005, na cidade de João Pessoa, com a participação de músicos, artistas, alunos e ex-alunos da UFPB e pessoas da comunidade. Idealizado e coordenado pelo professor do Departamento de Música da UFPB, Francisco Xavier de Souza Neto, mais conhecido como Chiquinho Mino.
É uma proposta educativa, que parte do princípio de praticar e interpretar para gerar um espaço que permita vivenciar a música, simplificando as necessidades teóricas e técnicas que são necessários para tocar um instrumento de percussão, tais como: djembes, congas, alfaias, maracas, cowbells, agogôs, zabumbas, e demais instrumentos de percussão que sejam de origem: afro, cubana, brasileira, entre outras. Ritmos das mais variadas culturas, e da dança.
Os ensaios são toda segunda-feira, às 18h, na capela universitária, ao lado do centro de vivência. As apresentações oficiais acontecem sempre no 1o dia de Lua Cheia, em vários bairros da cidade. Alguns objetivos pretendidos pelos círculos de sons e de tambores são: propiciar um ambiente encorajador para expressão criativa; oportunizar a comunicação sem usar palavras; potencializar o melhoramento do condicionamento físico, emocional e mental; oportunizar a socialização; propiciar um fazer musical em comunidade; possibilitar o acesso para aquelas pessoas que, por razões diversas, não tiveram a oportunidade de tocar e/ou fazer música; ilustrar os benefícios da diversidade; mostrar que, pela cooperação, as pessoas podem alcançar mais quando estão juntas, do que quando estão sozinhas (sinergia); encorajar os estudantes a participarem de atividades que serão construtivas para eles e que os ajudem a ganhar autoconfiança através de experiências positivas; permitir aos estudantes aprender por exploração; respeitar a singularidade de cada participante.
O Círculo de Tambores da UFPB é pioneiro em todo o Estado da Paraíba. Ele recebe forte influência de diversas culturas de origens Africanas, Cubanas, Indígenas e Afro-Uruguaias, embora sua fonte primordial de inspiração sejam os elementos e ritmos da nossa cultura popular, tais como: samba, maracatú, coco, ciranda, frevo, bumba meu boi, caboclinho, carimbó, baião.
O projeto propicia aos participantes uma prática lúdica do ato de tocar tambor e outros instrumentos de percussão, além do aprendizado teórico dos elementos da música e da expressão artística, através do próprio corpo e da voz.
Programa do Recital de Cláudia Oliveira

Semana da Percussão 2009
Teve como professores no Brasilm John Boudler, Carlos Stasi e Eduardo Gianesella. No México, Ricardo Gallardo e na França Frank Desentrelle.
De 1997 a 2002, no México, Cláudia foi integrante do quarteto de percussão TAMBUCO, com o qual gravou mais de 4 CD´s e também professora de percussão no Centro Nacional de las Artes.
Ganhadora de inúmeros prêmios e reconhecimentos nacionais e estrangeiros, entre eles: o 1º prêmio no Concurso Internacional “Jovens Solistas” da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (BR) em 1994; 1º prêmio do Concurso “Música Criativa” em Londrina (BR) em 1994; reconhecimento de Ensino Musical na Fundação “Carlos Gomes” em Belém (BR) em 1988; reconhecimento de Ensino Musical no Centro Nacional de las Artes no México (Mx) em 2002.
Cláudia tem participado, como solista, de inúmeros festivais no Brasil, Uruguai, USA, México, Alemanha, Portugal, França, entre outros. A flexibilidade do repertório que Cláudia Oliveira interpreta, permite apresentar-se em muitos concertos e festivais, mostrando os diferentes gêneros musicais no mundo musical das percussões.
Ela é considerada como uma das melhores intérpretes de música contemporânea brasileira para percussão.
Atualmente, Cláudia Oliveira é coordenadora dos grupos artísticos da Fundação Carlos Gomes (Belém –PA), professora, coordenadora e diretora do grupo de percussão da mesma instituição, além de professora e coordenadora do Curso de Bacharelado em Percussão da Universidade Estadual do Pará (UEPA).
Cláudia Oliveira integra o TACAP (Quinteto de percussão da Amazônia) e o Duo Marakadon (piano e teclados de percussão).
Programa
01) Quatro estudos para reco-reco (C. Stasi)
02) Ein Liedbeslied? (N. J. Zivkovic)
03) Mbulumbumba? (C. Oliveira)
04) Au Bade (C. J. Squire)
05) Milonga del Angel (A. Piazolla)
06) Il Canto dei Gondolieri)
07) Vals Venezolano (P. D´Rivera)
08) Toot Suíte (C. Bolling)
I. Allègre
09) Rítmicas V e VI (A. Roldán)
10) Estudo (C. Guarnieri)
11) Violentango (A. Piazolla)
Percussão soloCláudia Oliveira
Participações:
Trompete soloAyrton Benck
PianoJosé Andrade Júnior
BateriaFrancisco Xavier (Chiquinho Mino)
Cláudia Oliveira é sem dúvida uma das intérpretes brasileiras mais ativas. Reconhecida internacionalmente como percussionista, seu repertório inclui composições escritas especialmente para ela, ao lado de suas próprias composições, adaptações e arranjos de outros compositores, além das obras mais importantes e tradicionais escritas para percussão.
Teve como professores no Brasilm John Boudler, Carlos Stasi e Eduardo Gianesella. No México, Ricardo Gallardo e na França Frank Desentrelle.
De 1997 a 2002, no México, Cláudia foi integrante do quarteto de percussão TAMBUCO, com o qual gravou mais de 4 CD´s e também professora de percussão no Centro Nacional de las Artes.
Ganhadora de inúmeros prêmios e reconhecimentos nacionais e estrangeiros, entre eles: o 1º prêmio no Concurso Internacional “Jovens Solistas” da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (BR) em 1994; 1º prêmio do Concurso “Música Criativa” em Londrina (BR) em 1994; reconhecimento de Ensino Musical na Fundação “Carlos Gomes” em Belém (BR) em 1988; reconhecimento de Ensino Musical no Centro Nacional de las Artes no México (Mx) em 2002.
Cláudia tem participado, como solista, de inúmeros festivais no Brasil, Uruguai, USA, México, Alemanha, Portugal, França, entre outros. A flexibilidade do repertório que Cláudia Oliveira interpreta, permite apresentar-se em muitos concertos e festivais, mostrando os diferentes gêneros musicais no mundo musical das percussões.
Ela é considerada como uma das melhores intérpretes de música contemporânea brasileira para percussão.
Atualmente, Cláudia Oliveira é coordenadora dos grupos artísticos da Fundação Carlos Gomes (Belém –PA), professora, coordenadora e diretora do grupo de percussão da mesma instituição, além de professora e coordenadora do Curso de Bacharelado em Percussão da Universidade Estadual do Pará (UEPA).
Cláudia Oliveira integra o TACAP (Quinteto de percussão da Amazônia) e o Duo Marakadon (piano e teclados de percussão).
Programa
01) Quatro estudos para reco-reco (C. Stasi)
02) Ein Liedbeslied? (N. J. Zivkovic)
03) Mbulumbumba? (C. Oliveira)
04) Au Bade (C. J. Squire)
05) Milonga del Angel (A. Piazolla)
06) Il Canto dei Gondolieri)
07) Vals Venezolano (P. D´Rivera)
08) Toot Suíte (C. Bolling)
I. Allègre
09) Rítmicas V e VI (A. Roldán)
10) Estudo (C. Guarnieri)
11) Violentango (A. Piazolla)
Percussão soloCláudia Oliveira
Participações:
Trompete soloAyrton Benck
PianoJosé Andrade Júnior
BateriaFrancisco Xavier (Chiquinho Mino)
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