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Palestra "Pesquisa em Música Brasileira" com Kiko Freitas em João Pessoa (PB)

Acontecerá na próxima sexta-feira (04/11/11) às 18h no Auditório do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da Universidade Federal da Paraíba na cidade de João Pessoa (PB), a palestra "Pesquisa em Música Popular Brasileira" com o baterista Kiko Freitas. Entrada gratuita.

1º Istanbul Mehmet Sessions

Dia 30 de setembro (sexta-feira), no auditório do conservatório Souza Lima no Jardins, três grandes profissionais farão um workshop apresentando a Istanbul, cujas diversas fábricas estão atualmente na Turquia.

Kiko Freitas é um dos mais respeitados bateristas brasileiros. Já tocou com músicos como Michel Legrand, Leila Pinheiro, Frank Gambale, Fábio Jr, Jeff Richmann, Jeff Andrews e  diversos nomes. Em 1996 foi convidado pelo pianista americano David Goldblatt para ir a Los Angeles. Lá, Kiko teve contato com grandes músicos de Jazz como Dough Lunn, Vadeen Zilberstein e pôde aproveitar para se aprofundar em seus estudos com Dave Weckl. Ele também estudou ritmos cubanos com o grande percussionista Changuito. Em 99 juntou-se a banda do compositor e grande instrumentista, João Bosco.

Serginho Machado, músico profissional desde seus 12 anos de idade, Serginho Machado já trabalhou com artistas como Ney Matogrosso, Dominguinhos, Toninho Horta, Laércio de Freitas, Proveta, Arismar do Espírito Santo, Toninho Ferragutti, Fábio Torres, Daniel Alcântara, Sandro Haick, Michel Leme, João Donato, Joyce, Mc Thaíde, Celso Machado, Tetsuo Sakurai, Danilo Moraes, Giana Viscardi, Heather Mcclell, Liv Moraes, Paula Santoro, Mariana Aydar, Bruna Caram, Zélia Duncan e Céu. A versatilidade é uma qualidade notável neste músico de apenas 26 anos.

Vitor Cabral iniciou seus estudos musicais muito jovem, tocando inicialmente piano. Tempos depois, na Fundação das Artes, estudou bateria e percussão com Alexandre Damasceno, improvisação com Alexandre Zamith e prática de Big Band com o maestro Antônio Carlos Neves Pinto. Nesta mesma escola, participou de festivais com músicos como Vinícius Dorin, Nelson Ayres e Zé Eduardo Nazário. Já trabalhou as cantoras Alissa Sanders (EUA-NYC), Verônica Ferriani, Giana Viscardi, Paula Portella, Marcela Corano, Ana Paula Lopes, Daniela Rezende, Flávia Menezes, Helena Rosenthal, entre outros grandes nomes.
Sexta-feira, dia 30 de setembro.
Rua José Maria Lisboa, 745 - Jardins
20h - Entrada Franca

Método de bateria: Toque junto bossa nova de Kiko Freitas

Método: Toque junto bossa nova
Autor: Kiko Freitas
Páginas: 60
Editora: Vitalle
Valor de mercado: R$ 44,00

"A idéia deste livro é dar ao músico informações importantes para o entendimento e fluência do estilo chamado bossa nova, que, em sua versão instrumental, foi batizada de "samba-jazz". Os temas utilizados são do grande mestre da nossa música, Tom Jobim. Todas as músicas abordadas no livro tem uma partitura básica usada por todos os instrumentos. Optei por não escrever a partitura completa da bateria, mas deixar que o leitor possa ver como é o material que chega às minhas mãos em uma situação normal de show ou gravação. Escrevi as conducões principais, convenções adaptadas para o instrumento e frases mais importantes." - Kiko FreitasEste play-along possui arranjos do trio Nelson Faria (Violão/Guitarra), Ney Conceição (Baixo) e Kiko Freitas (Bateria), extremamente conceituado no contexto da moderna música popular brasileira.
ACOMPANHA CD

Músicos:
Nelson Faria - Violão/Guitarra
Ney Conceição - Baixo
Kiko Freitas - Bateria

Músicas:
Corcovado
Samba do avião
Samba de uma nota só
Só danço Samba
Insensatez
Triste
Wave

Conceito do Livro:
É muito importante lembrar que para se tocar bem e compreender qualquer estilo musical é fundamental que se ouça profundamente o gênero em questão, analisando diversas gravações e performances ao vivo com bons músicos e grupos. Sempre achei fantástica a experiência de tocar com discos de grupos dos mais diferentes idiomas musicais...

A idéia deste livro é dar ao músico ou estudante de música informações importantes para o entendimento e interiorização do estilo chamado bossa nova, que, em sua versão instrumental, foi batizada de "samba-jazz", no início da década de 1960. Os temas utilizados são do grande mestre da nossa música, Tom Jobim. Recomendo que todos ouçam também as gravações originais dessas musicas, verificando como foram concebidas, uma vez que neste play along colocamos nossa própria interpretação dos temas.

Todas as músicas abordadas no livro tem uma partitura básica usada por todos os instrumentos. Optei por não escrever a partitura completa da bateria, mas deixar que o leitor possa ver como é o material que chega às minhas mãos em uma situação normal de show ou gravação. Escrevi as conducões principais, convenções adaptadas para o instrumento e frases mais importantes. O leitor poderá portanto seguir as sugestões escritas, estudando-as, e também ouvir as execuções gravadas, compreennendo assim o sentido das conduções rítmicas e frases dentro dos temas musicais apresentados, buscando a fluência e liberdade de criação no instrumento. - Kiko Freitas

Sobre o Autor:
Nasceu em Porto Alegre a 16 de Agosto de 1969. Aos quatro anos de idade começou a tocar bombo legüero (instrumento típico do Rio Grande do Sul e Argentina) acompanhando seu pai, o músico Telmo de Lima Freitas. Sua mãe Beatriz Castro sempre cantou vários estilos musicais o que influenciou Kiko na continuidade da sua relação com a música.

Aos oito anos iniciou-se nos estudos de violão e ao mesmo tempo tocava em caixas de jogos, potes plásticos e gaiolas, inclusive gravando suas "performances" para ouvi-las depois. Aos doze anos veio o interesse pelo contrabaixo com a formação de uma banda dentro da sua família.

Seus primos Carlos e André tocavam guitarra e cantavam, sua irmã Ana tocava guitarra e o baterista era Luiz Paulo, o Alemão. Com a falta do Alemão em alguns ensaios, Kiko começou a tocar bateria intuitivamente. A paixão pelo instrumento nasceu ali e o acompanha até hoje.

Aos 16 anos teve aulas com Argos Montenegro, com quem teve uma visão prática do instrumento. Buscando maior aprofundamento Kiko iniciou seus estudos de teoria musical na escola da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Enquanto isso, teve seus primeiros trabalhos profissionais em 1987.

Nos anos 90, Kiko Freitas já era um dos bateristas mais requisitados para shows, gravações e workshops, tendo sido convidado pelo grande contrabaixista Nico Assumpção para gravar seu trabalho solo e sendo indicado pelo mesmo para várias outras gigs no centro do país, tendo tocado com nomes muito importantes como Michel Legrand, Frank Gambale, Jeff Richmann, Luiz Avellar, Nivaldo Ornellas, Ricardo Silveira, Widor Santiago, Idriss Boudriua, Rafael Vernet, Frank Solari, Renato Borghetti, Jamil Joanes, Vítor Ramil, Chumbinho, Fábio Jr. com o qual gravou o programa "Fábio e elas" acompanhando Fafá de Belém, Elba Ramalho, Simone, Leila Pinheiro, Fernanda Abreu, Elza Soares, Ivete Sangalo, entre outras cantoras brasileiras.

Em 1996 foi convidado pelo pianista americano David Goldblatt para ir a Los Angeles. Lá, Kiko teve contato com grandes músicos da "cena" jazzística americana como Dough Lunn, Vadeem Zilberstein, John Leftwich e a grande oportunidade de verificar se suas pesquisas autodidatas eram procedentes estudando com Dave Weckl. Em viagem a Cuba com o músico gaúcho Ernesto Fagundes, Kiko Freitas estudou ritmos afro cubanos com o grande percussionista Changuito, criador do Songo, e também pesquisou bases da cultura afro daquele país, além de ter tocado ao lado de Ricardo Baungarten no mais importante Jazz club de Havana.

Atualmente Kiko Freitas toca na banda de João Bosco, com quem já realizou tours em todo o Brasil e exterior, inclusive ao lado do grande pianista cubano Gonzalo Rubalcaba. Kiko gravou os Cds de João Bosco "Na esquina ao vivo" , lançado em abril/2001 e o mais recente "Malabaristas do sinal Vermelho"

"Tudo é Percussão II" volta a agitar a cena no Pelourinho

Shows, workshops e bate-papos informais sobre o universo percussivo acontecem no Largo Pedro Archanjo entre os dias 08 e 11 de setembro.

Acostumado às batidas de samba-reggae dos blocos afros, o Pelourinho será palco de um dos maiores encontros percussivos do país, o projeto Tudo é Percussão II – uma iniciativa do Programa Pelourinho Cultural, da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. A segunda edição do projeto, que tem direção artística do músico Leonardo Reis, promete reunir percussionistas, estudantes e o público em geral para discutir e desfrutar do universo cheio de ritmo, suingue e musicalidade da percussão brasileira. O público vai poder conferir de graça os shows e workshops que integram a programação, entre os dias 8 e 11 de setembro - no largo Pedro Archanjo, sempre a partir das 14h.

Os artistas mais inventivos e consagrados da música percussiva brasileira estarão presentes no evento, que este ano faz uma homenagem à etnomusicóloga e musicista Emília Biancardi. Para o público, uma garantia de ouvir as batidas mais criativas e um pouco da história, técnica, estilos e novidades da percussão. Os workshops serão ministrados pela homenageada, Emília Biancardi, além de Kiko Freitas, Neto Costa, Gabi Guedes, Eletrocooperativa, Yonsen Maia, Kalunga, Neguinho do Samba, Sérgio Chiavazzoli e Arthur Maia.

Diretora do Programa Pelourinho Cultural, Ivanna Soutto destaca o valor educativo do projeto: “A presença expressiva do público na primeira edição somada aos pedidos de retorno do Tudo é Percussão foram dois pontos a favor desta segunda edição - que tem como compromisso maior a democratização da informação e do conhecimento”.

“A intenção é ampliar o vocabulário musical e criar, com responsabilidade, um bate-papo sobre a música, suas facetas e dificuldades”, explica o diretor Leonardo Reis – que já participou de festivais pelo mundo, realizou diversas turnês e tem uma consagrada carreira como percussionista, ao lado de artistas como Ana Carolina – com quem toca atualmente, Roberto Carlos – um dos trabalhos mais recentes, Caetano Veloso, Gilberto Gil, entre muitos outros. O público terá à disposição informação e a oportunidade de trocar ideias e experiências com músicos muito bem selecionados.

Os shows ficam por conta da Orkestra Rumpilezz; do cantor Luiz Caldas – com o espetáculo Cordas e Couros; do percussionista Orlando Costa; além dos grupos Garagem e Vozes Reveladas. “A música baiana é totalmente percussiva. É preciso manter o ritmo o tempo todo, o que requer boa dose de técnica e improviso para não deixar a peteca cair”, brinca Leonardo, dando uma dica do que o público vai poder conferir nos quatro dias de evento. Depois, complementa: “O Pelourinho é o melhor e único lugar para a realização deste projeto. Se o Pelourinho Cultural não abraçasse a nossa iniciativa, não haveria lugar para fazê-lo”.

Os encontros serão mediados pelo professor de percussão da Universidade Federal da Bahia, Jorge Sacramento, que também participou da primeira edição do projeto. “A Bahia por si só já é percussiva. Todas as iniciativas que venham a divulgar mais uma particularidade da nossa cultura e valorizar o nosso sangue afro-descendente são absolutamente maravilhosas”, elogia.

Para Sacramento, o grande sentido do projeto é proporcionar a internacionalização desta característica da música brasileira, além de dar uma visão mais profissional à atividade. “Esta iniciativa contribui para a inserção dos percussionistas no contexto social, instigando-os a aprender duas ou três línguas e utilizar programas de informática para criar suas músicas. É uma forma de levar mais a sério a música e a arte que produzem”, acredita o professor.

Capitaneada pelo maestro Letieres, a Orkestra Rumpilezz é uma das atrações mais esperadas do evento. O público poderá conferir o grupo logo na abertura, no dia 08 de setembro, a partir das 18h. Letieres conta que será uma apresentação didática em que ele abordará temas relativos aos diversos ritmos percussivos. “Será basicamente uma aula aberta, em que apresentaremos a origem dos claves da percussão no processo de composição”, conta Letieres. Segundo o maestro, a Orkestra Rumpilezz é um dos grupos que mais valorizam a "batida" da Bahia, apesar de se inspirar na música instrumental universal. “Todas as nossas músicas são conectadas com o ritmo em que a percussão e o sopro caminham juntos”, afirma.

Com 22 anos dedicados à pesquisa de sonoridades e ao ritmo do tambor, o percussionista Orlando Costa é o responsável por encerrar o projeto Tudo é Percussão II, no dia 11. O músico – que já se apresentou com Caetano Veloso, Marisa Monte, Ney Matogrosso, Carlinhos Brown, Daniela Mercury e Ivete Sangalo - vai apresentar o show Eu... porque sou percussivo, baseado em seu disco homônimo. “Farei uma mistura dos ritmos cubano, indiano, africano e árabe”, adianta. Sobre a importância do projeto, diz: “O Tudo é Percussão, mais uma vez, terá um papel bem interessante para a comunidade local e para a nova geração de músicos, por abrir os olhos e educar toda essa garotada”.

Também atração do dia 11, Sérgio Chiavazzoli – que toca há 13 anos com Gilberto Gil e há uma década também é diretor musical dos seus shows - promete dar algumas dicas sobre solo, harmonia e improviso. “Pretendo levar instrumentos, como guitarra, violão de aço, banjo de cinco cordas, bandolim e um violão de doze cordas para fazer algumas demonstrações para o público. Mas o grande foco é mesmo uma conversa informal e a interação com a plateia, que poderá me fazer perguntas sobre carreira, minha história de vida e até sobre a minha experiência como musicoterapeuta”, revela Chiavazzoli. O público confere ainda Kiko Freitas, que falará sobre bateria, além de Yoncen Maia e Kalunga, que levam informações sobre a engenharia de gravação e o uso de protus.

PERFIL - O Projeto Tudo é Percussão foi realizado pela primeira vez em fevereiro do ano passado e reuniu artistas de peso, como Márcio Victor, Carlinhos Brown, Waltinho Cruz – da banda Chiclete com Banana, Gustavo D’Dalva, entre outros grandes nomes. O projeto foi idealizado em parceria com o percussionista baiano Leonardo Reis e, devido ao seu sucesso, volta a ser promovido pelo Programa Pelourinho Cultural, da Secretaria de Cultura da Bahia.

SERVIÇO:
Evento: Tudo é Percussão II
Quando: De 08 a 11 de setembro, às 14h
Onde: Largo Pedro Archanjo (entrada franca)
Daniela Lustosa
Assessora de Comunicação PELOURINHO CULTURAL

PROGRAMAÇÃO

Dia 08/09 – Terça-feira
14h00 - Show de abertura: Vozes Reveladas
15h00 - Workshop "A Coleção Cênica Sonora": Emília Biancardi. Participação: Grupo Som e Tradição
16h40 - Workshop: Kiko Freitas
18h00 - Show: Orkestra Rumpillez

Dia 09/09 – Quarta-feira
14h00 - Workshop: Neto Costa
15h15 - Workshop: Gabi Guedes
16h30 - Workshop "Replicando a Sevirologia": Eletrocooperativa
18h00 - Show: Grupo Garagem

Dia 10/09 – Quinta-feira
14h00 - Workshop "Novas Tecnologias aplicadas à Percussão": Yonsen Maia
15h30 - Workshop "Técnicas de Gravação de Percussão": Kalunga
16h30 - Workshop: Neguinho do Samba
18h00 - Show "Cordas e Couros": Luiz Caldas

Dia 11/09 – Sexta-feira
14h00 - Workshop: Sergio Chiavazzoli
16h00 - Workshop: Arthur Maia
18h - Show "Eu porque... sou Percussivo": Orlando Costa

Master Class de bateria com Kiko Freitas


A Batera Store e a Escola Bateras Beat apresentam Master Class hoje (04/09) com Kiko Freitas em Porto Alegre na Loja Batera Store localizada à Rua Garibaldi, 698 Fone: 51 - 3779-0268. As vagas são limitadas para duas turmas em horários diferentes. A primeira turma será das 16:00h às 18:00h e a segunda turma das 19:00h às 21:00h. A inscrção custa 100,00 reais. Maiores informações no e-mail:
baterasbeatmailto:baterasbeatpoa@baterasbeat.com.br

Kiko Freitas será o professor de bateria do I Festival de Música de Teresina (PI)


Marcado para ocorrer no período de 3 a 9 de agosto, o I Festival de Música de Teresina está com inscrições abertas até o dia 31 de julho para cursos e oficinas que serão ministradas pelos professores convidados. As inscrições podem ser feitas na Divisão de Artes da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, das 8h às 13h30 e os interessados devem efetuar as inscrições nos primeiros dias, pois as vagas são limitadas.


Segundo Erisvaldo Borges, foram confirmadas as presenças de Mariana Salles (professora de violino da Unirio), Sérgio Barrenechea (professora de flauta da Unirio), Paulo Pedrassoli (professor de violão da UFRJ), Alceu Reis (professor de violoncelo do Rio), Cristiano Alves (professor de clarineta da UFRJ), Gedeao Lopes (professor de metais da Escola de Música de Brasília), Kiko Freitas (baterista), Nelson Farias (guitarra), Bobó (oboé da Escola de Música de Brasília), Fernando Cupertino (barítono da cidade de Goiânia), Ademir Jr (improviso e saxofone – Brasília), Ney Conceição (contrabaixo), dentre outros.