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Curso de Prática em Percussão na Escola Prego Batido com Éder "O" Rocha (SP)


Este curso aborda os ritmos das manifestações populares brasileiras como matéria para a compreensão de uma prática de grupo, focando na execução dos instrumentos como indivíduo em função do coletivo, o grupo.

A cada mês estará sendo praticado um dos ritmos citados abaixo em ordem proposta.
Criterios: ter uma compreensão rítmica e motora do corpo de nível médio a avançado para melhor rendimento no aprendizado dos ritmos abordados e pratica de grupo.

SERVIÇO:

Quando? Todas as terças a partir de Abril.
Que horas? 19h às 20h30min
Duração de 1h30min
Onde? Prego Batido ( Rua Capital Federal, 35 - Sumaré - São Paulo/SP (próximo a padaria Real, travessa da Av. Alfonso Bovero)
Quem? Eder "O" Rocha,


Éder Rocha (BRA) e Miguel Bernat (ESP) no Curso de Verão de Brasília 2012 (DF)

Curso de Verão de Brasilia - 2012

Perc. Erudita - Prof. Miguel Bernart - Espanha)
Perc. Popular - Prof. Eder "O" Rocha (Brasil) - foto à esquerda


As inscrições devem começar dia 21/12, e o curso será de 04 a 21/01/2012.

Maiores informações no site www.emb.com.br

Espetáculo com direção e performance musical do percussionista Éder Rocha

Direção musical e performance de Éder Rocha.

O Núcleo OMSTRAB convida para a Temporada de Estréia do espetáculo "CIDADE" sob direção de Fernando Lee, contemplado pela 10ª Edição do Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo.

*GALERIA OLIDO - SALA PAISSANDU - CENTRO DE DANÇA UMBERTO DA SILVA [SP]
DIAS 20, 21 e 22 DE OUTUBRO [qui, sex e sábado] - 20H
DIA 23 [domingo] - 19H
Av. São João, 473 - Centro | Tel 11 3397-0171

*SALA CRISANTEMPO [SP]
DIAS 4, 5, 11 e 12 NOVEMBRO [sex e sábado] - 21H
R. Fidalga, 521 - Vila Madalena | Tel 11 3819-2287

INGRESSOS GRATUITOS, RETIRAR COM 1H DE ANTECEDÊNCIA NA BILHETERIA.


Agenda Éder Rocha (PE - PB)

RECIFE:

14/10/2011, 20h – Casa de Seu Jorge.
Av. Santos Dumont, 1066 – Rosarinho. Tel: (81) 30341066

15/10/2011 , 14h às 16h – Museu Murillo Lagreca - Workshop

15/10/2011 , 17h – Museu Murillo Lagreca - Concerto
Rua Leonardo Bezerra Cavalcanti 366, Parnamirim – Phone: 81.3232 4276

JOÂO PESSOA:
17/10/2011, 10h às 12h – Workshop - UFPB

17/10/2011, 19h – Concerto - UFPB

Edella se apresenta em São Paulo (SP)


EDELLA É:
Eder "O" Rocha - bateria e percussão
Rafaella Nepomuceno - voz e percussão
Ricardo Carneiro - guitarra
Velho Maza - baixo e percussão

Percussionista Éder Rocha faz discotecagem e toca com Edella e Trabuco Trio (SP)

Sábado dia 25, noite joanina com os grupos Edella e Trabuco trio apresentando diferentes versões para ritmos e harmonias tradicionais brasileiras derivadas principalmente de cantigas tradicionais e forros nordestinos. A discotecagem da noite fica por conta de Eder, O Rocha (Mestre Ambrósio, Nação de Maracatu Estrela Brilhante de Recife) apresentando músicas típicas de festas juninas. A casa abre as 21h com discotecagem e comidas típicas no bar serralheiro. As apresentações ao vivo começam as 22h30.
R$ 15,00
Serralheria
Rua Guaicurus, 857, LAPA São Paulo - SP
 http://www.escapeserralheria.org/sab-25-jun-festa-de-sao-joao-com-trabuco-trio-e-edella-grupo/

Aula espetáculo com Scott Kettner e apresentação com Edella Grupo (SP)


AULA ESPETÁCULO COM SCOTT KETTNER E APRESENTAÇÃO COM EDELLA GRUPO

Data: DIA 29 DE MAIO DE 2011
Local:  NO SERRALHERIAEndereço: Rua Guaicurus, 857 – LAPA – São Paulo-SPValor1: R$ 40,00 (aula espetáculo + apresentações e bate papo – retrato)
Valor2: R$ 10,00 (apresentações)


SCOTT KETTNER
Quando Scott Kettner olha para um mapa, ele vê uma linha direta que liga os rios do nordeste do Brasil às paróquias de Nova Orleans e às ruas do Brooklyn. Um mestre baterista, líder de diferentes grupos, produtor e compositor, Kettner é a força condutora por trás do Nation Beat, uma banda cujos ritmos vibrantes encontram-se em um terreno comum onde se misturam o ritmo do maracatu (primordial da região nordeste do Brasil), New Orleans’ funk, o hipnótico Second Line e os ritmos dos Mardi Gras Indians, bem como o jazz da grande cidade com sua liberdade irrestrita.

Para Kettner, a descoberta do maracatu foi uma experiência de mudança de vida. O grande baterista de jazz Billy Hart, que serviu como instrutor de Kettner na New York University's School, em primeiro lugar lhe contou sobre uma música, então, “misteriosa”. "Ele estava me apresentando a música africana de diferentes regiões", disse Kettner ", e começamos a entrar em ritmos afro-cubanos e ritmos brasileiros. Depois de alguns anos estudando o samba e a bossa nova, eu lhe perguntei: 'Existem outros ritmos do Brasil que eu deveria estar aprendendo? " Ele disse:' Sim, há essa música chamada maracatu!" Eu apontei para sua bateria e disse: "Mostre-me, e ele disse: 'Eu não sei como tocar o maracatu! Eu só sei que é um ritmo ‘forte e poderoso’ e você tem que ir aprendê-lo, depois volte e me ensine. "

Intrigado, Kettner começou a perguntar aos músicos brasileiros em Nova York como ele poderia aprender sobre o maracatu. Mesmo os músicos brasileiros em sua maioria não sabiam nada sobre o maracatu. A única coisa que restava a fazer, pensou Kettner, era ir ao Brasil e encontrar maracatu. Após graduar-se em 2000, ele passou um ano morando no país, fixando residência principalmente na cidade nordestina de Recife, estudando maracatu e outros ritmos brasileiros.

Após retornar aos Estados em 2002, Kettner fundou a banda Nation Beat, incorporou os ritmos do maracatu com elementos de jazz e uma miríade de sons de Louisiana. As semelhanças entre a música brasileira, a qual ele aprendeu a amar, e os ritmos do sul com os quais ele cresceu, começaram a ficar bem aparentes para Kettner quando ele começou a compor músicas para a banda. "Há muitas semelhanças entre o forró, a música Cajun e o Zydeco", diz ele. Kettner continua: "maracatu é uma música que acontece em desfiles, basea-se em tambores, voz e loas, assim como as bandas de Second Line e Mardi Gras Indians de Nova Orleans. A ligação mais óbvia é a raiz africana que elas dividem. Há uma certa atmosfera de celebração que tanto a música de Nova Orleans como a do Recife têm, e nesta atmosfera eu encontrei uma forte ligação entre as duas. Comecei a explorar a idéia de trazer o rio Mississippi junto ao Rio Capibaribe de Recife. "

Mas Kettner nunca se contentou apenas em gravar a música somente com seu próprio grupo. Ele voltou do Brasil para tocar maracatu, fundou também uma escola no Brooklyn, Maracatu New York (
http://www.maracatuny.com/), a fim de educar outras pessoas sobre o que tinha aprendido. Esta instituição continua firme e forte até os dias de hoje e é descrita como "O primeiro grupo de maracatu dos Estados Unidos e o único de Nova York dedicado ao aprendizado e a apresentações” da música e da cultura deste folguedo popular.

Desde que o maracatu chegou nos Estados Unidos – em grande parte graças aos esforços de Kettner – este ritmo vem conseguindo reclamar seu espaço. "Agora os grupos estão surgindo em todo o país", diz ele. "Eu vou a universidades de todo os Estados Unidos para ensinar forró, maracatu e diferentes abordagens de como integrar esses ritmos ao som da bateria. Eu fiz um programa de intercâmbio cultural entre Recife e Nova Iorque. Trouxe os estudantes para o Recife para o Carnaval. Tornou-se um movimento ".



Horários: 
17h às 19h - Aula espetáculo
19h30 - Projeto Retrato (bate-papo)
20h - Apresentação Édella Grupo
21h - Apresentação Scott Kettner

Método de percussão: Zabumba moderno de Éder Rocha


Método: Zabumba moderno
Autor: Éder Rocha
Páginas: 73
Idiomas: português e inglês
Acompanha CD
Valor de mercado: R$ 43,00

O Método Zabumba Moderno objetiva trazer informações necessárias para o conhecimento do instrumento zabumba, encontrado em várias regiões do Brasil e do mundo. Seu conteúdo trata dos zabumbas do nordeste brasileiro e é ampliado para os de outras regiões, de acordo com o calendário das nossas festas populares. As exposições partem da informação oral- textos explicativos e CD - para a escrita - partituras, informando sobre diferentes maneiras de tocar, diferentes "sotaques" e contextos musicais. Ampliam-se, assim, as possibilidades técnicas e expressivas, na execução do instrumento.

Com uma vivência e experiência adquirida ao longo dos anos, tanto na música erudita quanto popular, atuando com Orquestras Sinfônicas e grupos como o Mestre Ambrósio, Maracatu Estrela Brilhante entre outros, Eder nos traz um livro que retrata e solidifica a realidade da nossa extensa diversidade rítmica e, conseqüentemente, riqueza cultural.
Priorizando uma maior difusão de um instrumento como a zabumba, abordando desde a sua construção até as possíveis adaptações que o instrumento pode proporcionar, - como no caso a zabumbateria, resultado de um mix entre zabumba e algumas peças da bateria desenvolvida e criado pelo autor - o livro em questão apresenta um contexto amplo não só do instrumento em si, mas também dos ritmos brasileiros, alguns ainda pouco divulgados aqui no sudeste.

Eder dividiu o livro em três partes. Você vai encontrar na parte I desde  conceitos de técnica e sonoridade da zabumba, a escrita musical especifica para o instrumento, até os ritmos que compõe os três importantes ciclos das festas populares brasileiras: o carnavalesco, o junino e o natalino, englobando nesse contexto mais de vinte ritmos diferentes. Entre eles vamos encontrar alguns já bem conhecidos da galera como o xote
e o baião, e outros nem tanto, como o bumba meu boi do estado do Maranhão com seus diferentes tipos como o boi de matraca, o boi de zabumba e o boi de costa de mão.(Lauro Lellis)

FREVERERO - Eder Rocha apresenta Live (PE)


Live - PE - Nome de um dos trabalhos do músico Eder "O" Rocha que interpreta musicas do mundo como base para a livre expressão de sua cultura pernambucana, colocando elementos rítmicos tradicionais de Pernambuco em confluência com melodias e ritmos de todo mundo no seu instrumento zabumbateria, a tradição se conectando com tecnologia e podendo utilizar uma frase conhecida pelos pernambucanos: "Pernambuco falando para o mundo" ou com o mundo.]

Batucadança - Projeto Retrato Aberto com Rômulo Albuquerque (SP)

Mais um Batucadança, agora invadindo a noite com a melhor batucada da cidade.


Projeto Retrato recebe Romulô Nardes, músico e luthier, que fala do Djembê e a Percussão Africana.

O Projeto Retrato, coordenado por Eder "O" Rocha, trás músicos percussionistas que falam sobre sua trajetória profissional e mostram um pouco de seu trabalho.

Durante a conversa, a artista plástica Rafaella Nepomuceno pinta um retrato do convidado.

Rômulo Albuquerque é percussionista e tem seu trabalho dedicado a Musica tradicional Afro-brasileira e Africana, é reconhecido por sua atuação nos grupos Afoxé Ile Omo Dada, Djembedon, Batucada Tamarindo, Camiranga, e por seu trabalho como Luthier a frente do Atelier Ilu Mina onde produz instrumentos para grupos como Abaçai, Afoxé Ile Omo Dada, Cachuera, Nação de Maracatu Porto Rico, entre outros.

Pra dançar, Batucada Tamarindo tocando Afoxé, Samba e Coco de Roda.
Na Discotecagem Mauricio Bade
Ilê Ajeum com o melhor da Culinária Afro-brasileira
Penteado Afro – tranças e dread
Brechó Le look du Jour

Sábado 07/08 a partir das 21h.
Centro Cultural Rio Verde
Rua Belmiro Braga 119, Vila Madalena -SP
R$10 até as 00h, após R$15.

Contato
batucadanca@gmail.comHTTP://www.myspace.com/batucadatamarindo http://www.centroculturalrioverde.com.br/

LIvro Batuque Book de Climério de Oliveira e Tarcísio Resende

O projeto Retrato Aberto de Maio traz Climério de Oliveira,

com o Lançamento do Livro Batuque Book Cabocolinho de Climério de Oliveira e Tarcísio Soares Rezende. Apresentação do Encontro Étnico com Douglas Félis, Eder "O" Rocha, Fabrício Batalha e Pedro Bandera.

Dj BADE

A partir das 19h.
Domingo 02 de Maio, no Espaço Urucum, R. Belmiro Braga 37, Pinheiros. Entrada: R$ 10,00.



O que é Batuque Book?

Batuque Book é um tipo de song book, porém, voltado para as tradições culturais, sobretudo, aquelas tradições baseadas na oralidade. Apresentando um texto bastante acessível, o Batuque Book, além da notação do som em partituras musicais, dos padrões rítmicos de cada instrumento e de rica fotografia, traz um CD com áudio, vídeos, partituras extras em arquivos pdf e fotos extras. Mas Batuque Book não é só para músicos e sim para todos os amantes das tradições culturais, curiosos e pesquisadores, pois o seu texto, baseado em trabalho de campo, proporciona uma compreensão da cultura musical abordada; já os vídeos são gravados nos próprios locais onde os grupos ensaiam e se apresentam. Batuque Book propõe desvendar significados ocultos da cultura musical em foco, significados esses, descritos nos relatos de grandes mestres portadores dos saberes de tais tradições. O primeiro volume, Batuque Book Maracatu (2 ed.), aborda o maracatu de baque virado e de baque solto. O segundo volume, Batuque Book Cabocolinho (lançamento), explana sobre grupos da Região Metropolitana do Recife e da Zona da Mata de Pernambuco. Ambos são trabalhos indicados para quem deseja conhecer e vivenciar tradições musicais genuinamente brasileiras e abundantemente pernambucanas.

O que há de novo no volume 2

Algumas novidades são apresentadas no Batuque Book Cabocolinho: mais de 70 padrões rítmicos que são executados nos instrumentos dessa tradição; um esquema com as notas musicais e a digitação da gaita de cabocolinho; outros esquemas de representação da performance – dança, cortejo, aspectos geográficos etc. No entanto, apresentando um texto abrangente e bastante acessível, o Batuque Book Cabocolinho (154 páginas) pretende ir além dos registros em áudio e vídeo e da notação do som. Este novo trabalho, embora continue sendo um ‘livro de música’, acentua o aspecto descritivo e analítico, passando a ser também um ‘livro sobre a música’. Portanto, além da área musical, o trabalho dialoga com o público em geral e com áreas como dança, antropologia, sociologia etc. Baseados em preceitos de etnomusicologia, os autores peregrinam pelo campo, em busca do significado dessa música, sobretudo, para as pessoas que a fazem. O leitor verá que cabocolinho é muito mais do que um folguedo, do que pessoas que imitam índios quando se vestem para brincar o carnaval.

Aos poucos, foi-se descortinando diante de nós o universo dos cabocolinhos. Paulatinamente, vimos que cabocolinho é muito mais do que um folguedo, do que pessoas que imitam índios quando se vestem para brincar o carnaval.

ESTE BATUQUE BOOK VOLUME 2 TRAZ:

Abordagem de 3 cabocolinhos
Texto bilíngüe: português/inglês
Fotografia
Partituras e padrões rítmicos
CD com 21 faixas
Faixa multimídia contendo: partituras extras, vídeo documentário e fotos extras.

Master Class com Panda Gianfratti e Apresentação do Duo Topa e Encontro Étnico

MASTER CLASS 16h:

A timbrística e extensão de tecnicas para percussão e bateria na música de improvisação livre.
Apresentações 20h:

DUO TOPA
Thomas Rohrer e Panda Gianfratti

ENCONTRO ÉTNICO
Douglas Felis, Eder “O” Rocha,
Fabrício Batalha e Pedro Bandera

Master Class: A TIMBRÍSTICA E EXTENÇÃO DA BATERIA
Com o percussionista e baterista conhecido como panda,
com ampla atuação no cenário da improvisação livre. A oficina é aberta não apenas a bateristas e percussionistas, mas a interessados nas possibilidades de interação com esses instrumentos.
Serão abordadas técnicas estendida, transições timbrísticas, desenhos e rituais, fraseado rítmico e melódicos com tambor e pratos, idéias de composição de sets, interação com os outros instrumentos e vídeos demonstrativos.
Encontro Étnico: Grupo formado por quatro percussionistas de música étnica afro – africana, afro-cubana, afro-egípcia e afro brasileira – encontram se para um ritual de improvisação de ritmos de crendice religiosas e profana para evocar a dança através das rítmica timbristicas melódicas de seus instrumentos.

Formado pra compreensão das origens percussivas africanas emanadas pelo mundo partindo de sua história e construindo uma verdadeira viagem do Egito ao Nordeste do Brasil, passando pela África Malinkes e Cuba Yorubá.

Sobre Antonio Panda -
Baterista e percussionista contemporâneo
Contato: pandafree@hotmail.com

Sobres os Músicos do Encontro Étnico

Douglas Felis - Douglas Felis é músico, venezuelano, formado no Cairo. Principalmente percussionista (Tabla Egípcia –Derbake- Riqq, Bendir) também é cantor e toca instrumentos de sopro (Ney e Kawala) e cordas orientais (Alaúde e Baglama). Dedica – se a música religiosa egípcia (Sufi) Estudou na Turquia percussão tradicional e música clássica. Tem se apresentado nos últimos anos na Espanha, Egito, Argentina, Uruguay e Brasil alem de ter realizado workshops nestes paises para músicos e dançarinas. Acompanhou grandes dançarinas Orientais e outros estilos inclusive afro e contemporâneo. Gravou 4 discos : Canções, Musica do Oriente Médio I e II, e Rihla. Hoje reside no Brasil onde trabalha em diferentes estados.

Eder “O” Rocha – Músico percussionista, explora sua experiência musical, reunindo as habilidades de músico erudito e popular: 11 anos nas Orquestras e Bandas Sinfônicas de Recife e Rio Grande do Norte/BR, 3 discos gravados com o grupo Mestre Ambrósio, 12 anos de dedicação à Nação de Maracatu Estrela Brilhante de Recife e a composição e produção de seu primeiro disco solo "O circo do Rocha – Estreando filho de Santos". Paralelamente, Eder dirigiu e participou de diversos grupos populares que se inspiravam na tradição musical de sua terra natal, Pernambuco.

Fabrício Batalha - Em 1998 apaixonado pelos timbres mágicos e potentes dos tambores da Guiné (África), o djembê e os dununs, resolví com meus parceiros Fábio, Pedro e Duda formar o KAMBERIMBÁ, grupo precussor a divulgar a cultura Malinke (etnia do noroeste africano) aqui no Brasil, Também tocou como percussionista com o Bicho de Pé, Marcelo Lavrador, Mama Gnawa, Trio da Terra, Duo Elo, o saudoso Henrique G e DJs na noite paulistana. Atualmente toco com a Cataia, com o multi-instrumentista egípcio Douglas Felis, Trio da Terra.

Pedro Bandera - Percusionista cubano, especializado em ritmos e instrumentos cubanos e afrocubanos. Membro da Asociación de Percusionistas de Cuba (PERCUBA).

SERVIÇO: Retrato
Local: Espaço Urucom – Rua Belmiro Braga, 37 – Pinheiros
Hora: 16h (Aula) 20h concertos
Investimento: R$ 60,00
Só as apresentações: R$ 10,00
Inscrições: http://www.pregobatido.com/
Informações telefone: 11 3868-1497

Personalidade do mês: Eder “O” Rocha

Com 22 anos de percussão, sendo 11 nas Orquestras e Bandas Sinfônicas de Recife e do Rio Grande do Norte, três CD’s com o grupo Mestre Ambrósio e o seu solo, Eder “O” Rocha dirigiu e participou de diversos grupos populares que tinham como inspiração a música tradicional pernambucana.Atualmente se dedica à Nação de Maracatu Estrela Brilhante do Recife, e à sua Escola Prego Batido, projeto que busca ensinar a escrita musical dos instrumentos musicais para artistas de tradição oral. É o autor do método “Zabumba Moderno”.Paralelamente, Eder dirigiu e participou de diversos grupos populares que se inspiravam na tradição musical de sua terra natal, Pernambuco. Está sempre envolvido em sucessivos workshops e clínicas, ministrados pelo Brasil e exterior.