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XI Concurso de Bandas de Percussão no Corumbaense

Aconteceu no último sábado (19) o XI Concurso de Bandas de Percussão. Realizado pela Prefeitura, por meio da Fundação de Cultura e Turismo do Pantanal, o evento já se tornou uma tradição na cidade e reúne alunos de escolas do município, como também de outras cidades. O evento foi no Ginásio do Corumbaense Futebol Clube, organizado pela Banda de Música Municipal Manoel Florêncio.

O concurso é uma forma de divulgar o trabalho realizado pelas bandas de percussão das escolas, bem como fomentar e estimular a criação de novas corporações musicais mediante uma competição sadia que incentiva o aprimoramento de métodos e técnicas musicais sem deixar, no entanto, de se preocupar com o desenvolvimento do pensamento cívico, do espírito de competição, da autodisciplina e civismo, necessários à formação integral do cidadão.

O coordenador Edmilson Suares Cuellar informou que 12 escolas do Município e do Estado participaram do concurso com um público de cerca de cinco mil pessoas. “Pode-se dizer que este evento é um programa familiar de inclusão social, pois levará ao ginásio do Corumbaense não somente as criança e adolescentes que integram as corporações musicais, mas professores, pais, avós e responsáveis, sem se deterem em diferenças sociais”, comenta.

As corporações foram avaliadas por uma comissão julgadora que observaram repertório, melodia, precisão rítmica, técnica instrumental, afinação, conjunto, uniformidade, marcha, garbo e criatividade. “Este concurso que já pode ser considerado um evento marcante em nossa cidade, visto que é muito aguardado pelas escolas e pelo público que o acompanha”, observa Edmilson. Em 2010, a Escola Estadual João Leite de Barros conquistou o título com 252 pontos.

3º Dia Percussivo: Grupo Confirmado: Blue Phoênix


O Grupo de Percussão Rudimentar BLUE PHOÊNIX faz parte da BANDA MARCIAL IVANILDA RAMALHO, fundada em 2001, mantida pelo Ramalho Colégio, tem o objetivo de dar continuidade dar continuidade educacional através do ensino musical a alunos da escola e da comunidade. Durante sua história a Banda conseguiu conquistar vários títulos dentre eles Campeã Norte-Nordeste em 2004 , Campeã no Campeonato Seletivo Estadual em 2009 e participação em vários campeonatos estaduais. Tem como Maestro o professor José Wilker Augusto da Silva, aluno do Bacharelado em música pela UFPB e como coreógrafo José Dantas. A banda conta também como monitores de metais Rousilvan Florêncio, Vaniclécio Oliveira e Lucas Blatt e monitor percussão João Victor de Oliveira. Desde o ano de 2009 a banda vem desenvolvendo um trabalho com o naipe percussão paralelo e específico que no ano de 2010 passou a se chamar BLUE PHOÊNIX - Banda de Percussão Rudimentar, aonde o estudo e pesquisas das técnicas percussivas vem sendo a sua meta principal, com apresentações em eventos percussivos e concertos didáticos em escolas de João Pessoa, vem expandindo e influenciando o movimentos dos percussionistas no meio das bandas marciais de nosso estado como também de estados vizinhos para que novos horizontes sejam abertos para todos os músicos


MAESTRO:
José Wilker Augusto da Silva

CHEFE DO NAIPE DOS METAIS:
Lucas Blatt

CHEFE DO NAIPE DA PERCUSSÃO:
João Victor de Oliveira Figueiredo

CAIXAS:
Franklin Alencar Trajano de Oliveira Gomes * solista
Saulo Galdino Andrade ** assistente
Allison Derkian Costa dos Santos
Rafael Brito de Oliveira
Johnlennon Albuquerque Rodrigues

BOMBOS:
Thayrone Damon Moraes de Lima * solista
Alysson Rodrigues de Souza Brito ** assistente
Edigleison Ramalho de Figueiredo
Lucas Borges de Aquino
Genilson Guilhermi da Silva Junior

PRATOS:
Aliny da Silva Nunes * solista
Cynthia Izabel Alves de Abreu ** assistente
Karla Juliana da Silva Costa
Shayelle Janine Santos Gonçalves da Silva

TENORS :
João Victor de Oliveira Figueiredo * solista
Djair Roberto do Nascimento Ribeiro ** assistente
Richardson José Florêncio Bernardo

Banda de Percussão Rudimentar no 3º Dia percussivo em João Pessoa

A Banda de Percussão Rudimentar Castro Alves existente há 5 anos na capital pessoense tem como regente o Maestro José Dantas. O Grupo tem atuado no movimento de bandas e fanfarras da Paraíba e de outros estados. Com um novo formato de show, o grupo tem se apresentado em diversos eventos como festivais de música e concertos em teatros e praças. Recentemente foi objeto de estudo de dissertação de mestrado em música pela Universidade Federal da Paraíba na área de Etnomusicologia.


Integrantes:

Rafael França dos Santos
Ronnye Anderson Correia Lopes
Jose Dantas
Marcio Soares de Araujo
Wangle Dart da Silva Santos
Lenicio Silva do Nascimento
Erick Max Ramos de Almeida
Kledson de Santana Carrazoni
Raony Dantas
João Paulo de Almeida
Yan da Silva Santos
Jose Neto Medeitros
Ideralisson da Costa Alves
Diogo Fidelis Mota
Eduarda Maria de Azevedo
Silvia Bruna Santos
Michael de Almeida Soares
Mark Oliveira da Silva
Edmilson Santos Azevedo

Seminário sobre Marching Bands e Drum Corps no 3º Dia Percussivo em João Pessoa

Tema: As Marching bands e Drum corps: Conceito, formação e impacto no movimento de bandas da Paraíba
Expositor: Erihuus de Luna Souza



Resumo:

Este seminario divide-se em três partes: na primeira parte serão apresentados os motivos para o trabalho. As bandas são reveladas em um sentido mais amplo e diacrônico, assim como os conceitos sobre a Marching bands e Drum corps, suas particularidades e similaridades com as bandas de música e marciais do Brasil. Um pouco da historia deste estilo nos Estados Unidos, sua chegada no Brasil e o transcorrer desta história, passando pontualmente pela Paraíba. A segunda parte traz as características instrumentais, musicais e os processos composicionais das Marching bands e suas derivações, co-relações e transformações feitas em nosso país. Na terceira parte, será tratado o impacto deste “novo” conceito de banda com a temática da “espetacularização”, entendido aqui como, os processos de apropriação e incorporação das manifestações culturais pela mídia e em movimento inverso, como os protagonistas das culturas, apropriando-se das novas tecnologias para reinventar os seus produtos culturais. Essas aproximações das culturas populares e midiáticas no mundo globalizado são cada vez mais intensas, resultam em trocas culturais, onde a aproximação destes mundos possibilita as negociações dialéticas, conflituosas e paradoxais mais importantes. Esta pequena apresentação vem tentar esclarecer um pouco desta troca em que todos podem ganhar ou perder, mas sempre há o “novo” como produto final a ser, ou não consumido.

O Autor:

Mestre em Música pela Universidade Federal da Paraíba (2010), sob a orientação da Profª. Dra. Alice Lumi Satomi, com a dissertação intitulada “Pra ver a banda passar”, uma etnografia da Banda Marcial Castro Alves. Bacharel em Música (trombone) pela UFPB (2006). Professor da rede municipal de ensino de João Pessoa, onde atua como regente, educador musical e instrumentista. Tem intensa atividade na área técnico-artística com o repertório de trombone, de banda marcial e musical. Faz parte do Laboratório de Estudos Etnomusicológicos (UFPB), na linha Som e Territorialidade.