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Grupo Maracahyba se apresenta no 4º Dia Percussivo

O Maracatu Maracahyba se apresentará na noite do dia 02 de outubro (domingo) dentro da programação do 4º Dia Percussivo. O evento, patrocinado pelo Fundo Municipal de Cultura (FMC), acontece de 30 de setembro a 02 de outubro em parceria com a FUNESC. O Maracahyba surgiu não como uma corrente das tradições religiosas repassadas entre as “madrinhas” e famílias, sendo portanto um trabalho musical e cênico que rememora e mantêm viva a tradição do maracatu na Paraíba, daí a origem do seu nome. O Maracatu  Maracahyba nasce com o propósito de resgatar, fortalecer e difundir a cultura afro-brasileira de Maracatu de Baque-Virado.A idéia de formação de um grupo de maracatu neste estilo e com este objetivo surgiu em 2005, por dois percussionistas pernambucanos – Luciano Oliveira e Vagalume Drums. E assim, no dia 11 de setembro de 2005, a idéia da criação da Nação Maracahyba tomava forma, no primeiro ensaio aberto, na Praça Antenor Navarro – centro histórico de João Pessoa –Paraíba. O Maracatu Maracahyba é um grupo de cultura com uma consciência social e histórica, que há seis anos existe e resiste com o seu batuque que veio contribuir de forma efetiva para fazer reviver as ruas do centro histórico, sobretudo da Praça que se constitui em uma espécie de sede ao “ar livre”. Na praça ocorrem os ensaios do grupo todos os domingos. Entre alfaias, agbês, agogôs, caixas e ganzás o Maracahyba garante a continuidade da expressão da identidade afro-brasileira do maracatu de baque virado no cenário cultural paraibano.

Integrantes: Adriano Cavalcanti, Ana Tavares, Andila Nahusi, Cely Sousa, Eliana Oliveira, Fábio Tocayo, Fernanda Lima, George, Gera Monteiro, Hugo Yuri, Indra Lumiar, Ingrid Gonçalves, Janduí Júnior, Júlio Mola, Luciano Oliveira, Lúcio Aureliano, Luiz Carlos, Marcos Praxedes, Monalisa Lira, Robert Luís, Wertse Vieira, Wmarley Azevedo.

Para saber mais sobre o evento:
Twitter: @diapercussivo

Grupo de Percussão Nó de Imbira do CDHC participa do 3º Dia Percussivo

Um grupo de adolescentes alunos da oficina de percussão do Centro Dom Helder Câmara, localizado no Bairro Mário Andreazza em Bayeux, realizam pesquisas há 3 anos, sobre musicas e ritmos nas suas aulas com o objetivo de resgatar a cultura popular e saber mais sobre estas manifestações que se misturam com a história de um povo. Foi a partir destes estudos que surgiu a idéia de criar o grupo de música Nó de Imbira tendo como referencia a ciranda. O grupo que já existe a dois anos tocam músicas de domínio público dando as pessoas oportunidade de apreciar e conhecer essa manifestação tão antiga que contagia a todos com seu ritmo e sua dança.


Integrantes:
Luciano Oliveira
Elias Alves da Silva
Felipe Herinque Gregório
Daniel Martins
Lucas Junior José
Deyvid Borges
Sueliton da Silva
Daniel C do Nascimento
Leanderson Oliveira

Grupo Maracahyba participa do 3º Dia Percussivo


A expressão cultural do maracatu, mesmo que independente de sua matriz religiosa traz sempre em seu contexto um vinculo intrínseco com o caráter que lhe deu origem, com algo de essencial que vai além das batidas dos tambores e do espetáculo cênico. A Nação Maracahyba,surgiu não como uma corrente das tradições religiosas repassadas entre as “madrinhas” e famílias, sendo portanto um trabalho musical e cênico que rememora e mantêm viva a tradição do maracatu na Paraiba, daí a origem do seu nome.

A idéia de formação de um grupo de maracatu neste estilo e com este objetivo, surgiu em 2005, a partir da inquietação de dois músicos percussionistas – Luciano Oliveira e Vagalume, sendo o primeiro o próprio reflexo desta criação uma vez que é paraibano, nascido na área do centro histórico da cidade (Bairro do Roger) e que cresceu nas ruas e na pulsação da cultura pernambucana,mais precisamente em Goiânia e, o segundo um pernambucano da mesma cidade.

Percorrendo o caminho de volta a sua cidade Natal, o músico Luciano Oliveira junto com seu companheiro veio acompanhando o som dos batuques, estudar com o mestre de percussão Chiquinho Mino, que se tornou um dos maiores incentivadores da idéia, juntamente com outros músicos de um outro grupo de percussão – o Circulo de Tambores.

E assim, no dia 11 de setembro de 2005, a idéia da criação da Nação Maracahyba tomava forma, no primeiro ensaio aberto, na Praça Antenor Navarro – centro histórico de João Pessoa –Paraíba. Logo o som da Nação começou a tomar conta da cidade, e a cada domingo aumentava o número de participantes que chegavam à praça, carregando suas alfaias coloridas, seus agbês e demais instrumentos de percussão. A Nação se firmava como grupo de cultura na cidade, com participação em vários eventos. Foi preciso criar uma estrutura, dando-lhe estatuto jurídico para abrigar as novas dimensões e metas do grupo. A sua meta passa a ser voltada também a uma ação multiplicadora, buscando levar atividades de arte educação aos moradores de bairros e comunidades onde se apresenta.

Sob a influência da Nação Maracahyba outros grupos começaram a surgir na cidade, consolidando assim o objetivo da multiplicação e formação de grupos que assegurem a permanência da cultura do maracatu neste estado, cujas reminiscências datam de mais de um século, fazendo crer à população que não existia esta cultura em nosso estado, assim como o coco de roda, a ciranda, que foram gradativamente perdendo sua marca na memória cultural do nosso povo.

A Nação Maracahyba é assim um grupo de cultura com uma consciência social e histórica, que há cinco anos existe e resiste com o seu batuque que veio contribuir de forma efetiva para fazer reviver as ruas do centro histórico, sobretudo da Praça que se constitui em uma espécie de sede ao “ar livre”, onde ocorrem os ensaios do grupo todos os domingos. Um grande reconhecimento deste trabalho é a possibilidade que agora se apresenta de fazer o batuque transpor nossos limites geográficos levando a arte e a expressão cultural do nosso estado a Havana – Cuba em participação no XXX festival do FOGO.



Integrantes:
Adriano Soares Cavalcante
Ana Lucia Tavares de Oliveira
Andila nahusi
Cely de Sousa Silva
Cidicley Cabral da Silva (Vagalume)
Fábio Luiz Barreto Moreira
Grimaldo Cordeiro de Melo Neto
Ingrid Gonçalves Azevedo Santiago
Luciano Oliveira
Lucio Aureliano
Luiz Carlos Feliciano Marques
Marcos praxedes Alves da Silva
Nanda Lima
Robert D'Louise
Rosicleide Carlos Lira

Wênia Xavier expõe em roda de diálogos os 10 anos da Percussão da EMAN

Aconteceu na última segunda (04) dentro da programação da V Semana de Cultura do Centro Dom Hélder Câmara na cidade de Bayeux (PB) uma roda de diálogos entitulada "A música Percussiva". Cada integrante da mesa fez um breve relato sobre a música percussiva na Paraíba e um exposição sobre as instituições ou grupos que participam. Estiveram presentes o músico baterista Héraclito Dornelles relatando sobre o projeto Pifercussão, o professor de Capoeira do CDHC Mazinho, o músico percussionista e professor de percussão do CDHC Luciano Oliveira, a percussionista e professora de percussão da Escola de Música Anthenor Navarro falando sobre os 10 anos de percussão da EMAN e o baterista e percussionista Guga Grimaldi falando sobre a música percussiva popular.




Dentro da programação do evento aconteceram ainda as atividades relacionadas à percussão/bateria:

Dia 4 (segunda):
15:30h - Grupo de Percussão da Escola de Música Anthenor Navarro
16:15h - Grupo de Percussão do CDHC
16:30h - Banda Marcial - Programa Mais Educação

Dia 5 (terça):
10:00h - Roda de Capoeira
15:50h - Roda de Capoeira

Dia 6 (quarta)
8:30h - Workshops de bateria com Heráclito Dornelles
10:00h - Grupo de Percussão do CDHC
11:00h - Grupo de Percussão - Pro dia nascer feliz
14:00h - Workshops de bateria com Heráclito Dornelles
15:50h - Grupo de Percussão do Lar Fabiano de Cristo
16:10h - Baticumlata - Grupo de Percussão da EMLUR
16:30h - Grupo de Percussão Experimental
16:50h - Samba de Roda do CDHC

Noite:
Grupo Cirandeiros de Gramame

Grupo Nó de Imbira
Grupo Boi de Fulia
Grupo Orin Axé

Dia 8 (quinta)
8:00h - Oficina de berimbau terapia com professor Mazinho
13:30h - Oficina de berimbau terapia com professor Mazinho

Dia 9 (sexta)
08:00h - Exposição de instrumentos de percussão
09:00h - Grupo de Percussão do CDHC
10:30h - Grupo de Percussão do PETI
11:00h - Grupo de Capoeira do PETI

Noite:
Círculo de Tambores
Nação Maracahyba

Grupo de Bayeux se apresenta em João Pessoa

O Grupo Nó de Imbira pertence ao Centro Dom Helder Câmara, que há 10 anos realiza um trabalho social com a comunidade do bairro Mario Andressa em Bayuex-PB. O grupo, existe desde de 2009, tendo como referência a cirandeira Lia de Itamaraca. No se apresentará no dia 8 de dezembro de 2009, às 11h30, na Estação Cabo Branco - Ciência, Cultura e Artes, durante o http://www.diapercussivo.blogspot.com/. O coordenador do grupo Luciano Oliveira falou um pouco do trabalho realizado pelo grupo Nó de Imbira.



PP - Onde é desenvolvido o trabalho com o Nó de Imbira? Qual faixa etária? Como participar?
LO - Nô de impira é um grupo de educandos do centro Dom Helder Câmara, que fica no Mario Andeazza em Baueux-PB, fazemos uma pesquisa sobre a ciranda, trabalhnando as origem do ritmo e músicas, desse ritmo bastante representativo para cultura popular.

PP - Qual o tempo de atuação do grupo?
LO - Com essa tematica tem apenas 1 ano.

PP - Que ritmos são contemplados no grupo?
LO - Bem, os educandos na atividade de percussão passam por varios ritmos, mas trabalhamos especificamente a ciranda


Para saber mais sobre o 2º Dia Percussivo visite:
http://www.diapercussivo.blogspot.com/

Maracatu Nação Maracahyba marca presença no 2º Dia Percussivo

O Grupo Maracatu Nação Maracahyba nasceu, em João Pessoa em 11 de setembro de 2005, a partir do Círculo de Tambores, tornado-se o primeiro grupo de Maracatu de Baque-Virado de João Pessoa, com o propósito de resgatar, fortalecer, difundir a cultura afro-brasileira, a partir das reminiscências históricas, de reconstruír um movimento cultural de releitura da tradição do maracatu. Segundo Luciano Oliveira (coordenador e fundador do Maracahyba), o grupo está trabalhando a voz, ou seja músicas cantadas e promete (falando com mistério) em 2010, uma nova proposta percussiva de maracatú. Quanto ao 2º Dia Percussivo, ele comenta "Vejo com tamanha importância eventos como esse, pois nos dar a oportunidade de intersificar a atenção para a percussão, percussão da musica do mundo, tendo em vista a diversidades rítmica no movimento percussivo da cidade. Em João Pessoa hoje, para minha felicidade e da música percussiva, vejo falar e ouvir bastante batuques, tambores, enfim PERCUSSÃO, como vivi minha infância ouvindo batuques, ja que sou natural da mata norte de Pernambuco, cidade Chamada Goiana, terra dos caboclinho e maractús, quando aqui vi morar o silencio da cidade encomodava, hoje vejo articulações como DIA PERCUSSIVO, quando o nome ja diz tudo..esse é nosso dia...."

Os ensaios do acontecem todos os sabados às 18h30,  na Praça Bela do bairro Funcinarios II, e quanto a partcipação no grupo "basta ter disponibilidade e compromisso com a obra" revela Luciano. No 2º Dia Percussivo o Maracatu Nação Maracahyba fará sua apresentação às 19h30, no Auditório da Estação Cabo Branco - Ciência, Cultura e Artes.

Mais informações sobre o 2º Dia Percussivo? visite http://www.diapercussivo.blogspot.com/