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Exposição sobre Percussão Rudimentar no 4º Dia Percussivo

 

O Regente da Banda Marcial Castro Alves, José Dantas, participará da 2ª exposição de instrumentos de artistas paraibanos 2ª EIPAP) dia 01 de outubro de 2011 (sábado), às 16h no Mezanino (Rampa 3), do Espaço Cultural José Lins do Rêgo (FUNESC). O evento patrocinado pelo Fundo Municipal de Cultura (FMC - FUNJOPE), acontece de 30 de setembro de 2011 a 02 de outubro de 2011 em João Pessoa (PB) em parceria com a FUNESC. A exposição será de instrumentos de percussão rudimentar utilizados nas bandas marciais brasileiras e americanas como caixas, bumbos, pratos.


Para saber mais sobre o evento:
Blog: http://www.diapercussivojp.blogspot.com/
E-mail: diapercussivojp@yahoo.com.br
Twitter: @diapercussivo

Exposição de Instrumentos Alternativos com Alexandre Rufo no 4º Dia Percussivo

O artesão Alexandre Rufo Vinagre  estará expondo seus instrumentos musicais na segunda Exposição de Instrumentos de Artistas Paraibanos (EIPAP) que será realizada no dia 01 de outubro de 2011 (sábado) no turno da tarde no Mezanino do Teatro Paulo Pontes do Espaço Cultural José Lins do Rêgo dentro das atividades do 4º Dia Percussivo. O evento, patrocinado pelo Fundo Municipal de Cultura (FMC), acontece de 30 de setembro de a 02 de outubro na cidade de João Pessoa (PB). A exposição  será uma mostra de instrumentos populares como cuíca de coco, tambor de mão, caixinha, zabumbas, rabecas, marimbal, reco-reco e pandeiro, confeccionados com materiais convencionais e/ou reciclados, tais como: madeira, compensado, tubo de pvc ou papelão, alumínio, inox e outros. Além de artesão, Alexandre é construtor de instrumentos alternativos, reciclador e aprendiz musical. É membro dos grupos: Aporrinhador de Vizinho, Círculo de Tambores e da Banda Anexo.

Para saber mais sobre o evento:
Blog: http://www.diapercussivojp.blogspot.com/
E-mail: diapercussivojp@yahoo.com.br
twitter: @diapercussivo
Facebook: Dia Percussivo

Braga Xavier participa da Exposição de Instrumentos do 4º Dia Percussivo


O artista Braga Xavier participará da segunda Exposição de Instrumentos de Artistas Paraibanos (EIPAP) que será realizada no dia 01 de outubro de 2011 (sábado) no turno da tarde no Mezanino do Teatro Paulo Pontes do Espaço Cultural José Lins do Rêgo dentro das atividades do 4º Dia Percussivo. O evento, patrocinado pelo Fundo Municipal de Cultura (FMC), acontece de 30 de setembro de a 02 de outubro na cidade de João Pessoa (PB). A exposição  será uma mostra de instrumentos populares como zabumbas, rabecas, marimbal, caixa, reco-reco e pandeiro, confeccionados com materiais convencionais e/ou reciclados, tais como: madeira, compensado, tubo de pvc ou papelão, alumínio, inox e outros. Braga se denomina aprendiz de artesão, construtor de instrumentos alternativos, reciclador, músico primitivo. É membro dos grupos: Aporrinhador de Vizinho, Círculo de Tambores e da Banda Anexo.

Para saber mais sobre o evento:
Blog: http://www.diapercussivojp.blogspot.com/
E-mail: diapercussivojp@yahoo.com.br
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Abertas inscrições pro Festival Paraíba Percussiva/ 4º Dia Percussivo (PB)

(Cartaz provisório)

Olá pessoal! É com grande satisfação que compartilho com vocês no mês em que nosso Blog PARAÍBA PERCUSSIVA comemora 2 anos de existência que estão abertas as inscrições para o FESTIVAL PARAÍBA PERCUSSIVA 2011/ 4º DIA PERCUSSIVO.

O Dia percussivo é uma mostra paraibana de música que vem valorizando os artistas locais e apresentando novas gerações e talentos através da música percussiva. Ao longo de suas edições, desde 2007, o evento superou todas as expectativas, contanto inclusive com a participação de grupos de outros estados. Por esta razão, ampliamos o dia percussivo e concomitante a ele acontecerá o Festival Paraíba Percussiva organizando pela percussionista Wênia Xavier.

Este ano será realizado nos dias 30 de setembro e 01 e 02 de outubro no Espaço Cultural José Lins do Rêgo. Selecionaremos 24 grupos para apresentações (duos, trios, grupos, artistas, bandas) de percussão popular, percussão erudita, bateria ou afins, além de oferecermos gratuitamente 12 oficinas. Além disso, os interessados podem se inscrever para o III Concurso de Percussão Odair Salgueiro, voltado para a percussão erudita. Os participantes também podem se inscrever na modalidade "seminários", "2ª EIPAP - Exposição de Instrumentos de Percussão de Artistas Paraibanos" e da "Mostra de vídeos de música percussiva". O concurso terá este ano uma peça de livre escolha e uma peça inédita que está sendo composta especialmente para o evento. O evento homenageará dois artistas locais que estão sendo votados AQUI. Haverão ainda 4 palestras, sendo uma deles proferida por Dr. Eli-Eri Moura, do Laboratório de Composição Musical da UFPB sobre a peça "Ionisation" de Varése, uma com o professor de bateriada UFPB Gledson Meira, uma sobre indústria cultural com Vant Vaz e uma com a professora de percussão da UFRN Germanna Cunha sobre o frevo. Abaixo as oficinas disponíveis e em breve os grupos aprovados. No blog serão disponibilizadas as fichas de inscrição em todas as modalidades. Maiores informações:


OFICINAS CONFIRMADAS:

Improvisação na bateria (Dennis Bulhões)
Grooves na bateria (Victor Ramalho)
Ritmos Latinos (Antônio China)
Dembê (Macaxeira Acioli)
Derbak (João Cassiano)
Introdução ao estudo da harmonia funcional e improvisação para Xilofone (Edmilson Cardoso)
Sapateado Americano (Alessandra Melo)
Percussão Sinfônica (Pedro Freire)
Pifercussão (Heráclito Dornelles)
Pandeiro (Baixinho do Pandeiro)
Pandeiro Moderno (Paulinho di Tarso)
Tecnologias aplicadas à educação básica (Wilame Correia e Juciane Araldi)
Criação de Grooves e frases na bateria (Gledson Meira)

Carnaval do Pelô 2011 com a exposição “Percussionistas, percursos e percussões” em Salvador (BA)

Também neste ano, o Carnaval do Pelô terá um desdobramento pedagógico a partir da exposição “Percussionistas, percursos e percussões” na sede do Pelourinho Cultural, na Casa 12, aberta de 04 a 08 de março, das 13 às 17h. Na exposição serão apresentados diversos instrumentos percussivos do acervo pessoal das três gerações de percussionistas do show de abertura – Bira Reis, Emerson Taquari, Gabi Guedes, Giba Conceição, Ivan Huol, Jorge Wallace, Leonardo Reis, Luizinho de Jejê, Magary, Orlando Costa, Peu Meurray, Tony Mola, Waltinho Cruz, e Walmir Paim.

A intenção é compartilhar com o público a história dos instrumentos, de seus criadores e tocadores e a inventividade daqueles artistas. “A perspectiva da atual Secretaria de Cultura do Estado da Bahia tem sido a de se pautar por este viés: o de que a cultura em nosso Estado é, além do oferecimento de bons espetáculos e exposições, também a possibilidade dos artistas que o fazem e do público que os assiste criar ferramentas para um conhecimento sobre a própria cultura”, afirma Simone Reis, diretora do programa Pelourinho Cultural.

Durante a exposição, os visitantes receberão um livreto organizado por Cláudio Orlando Nascimento, Coordenador de Políticas Afirmativas da Universidade do Recôncavo da Bahia (UFRB), no qual constará um pouco da história de cada músico participante e cada instrumento, contada por eles mesmos. Como o conceito da exposição é inédito na Bahia, o livreto conterá também um contexto geral sobre a exposição. Orlando quer dar voz aos percussionistas, “’Todo menino do Pelô sabe tocar tambor’ afirma uma série de aspectos do local, aspectos da ancestralidade que estava batendo forte e que precisa de uma linguagem no intuito de constituir uma identidade”, afirma

Exposição de Instrumentos Musicais do Fandango Caiçara (SP)

A exposição Instrumentos Musicais do Fandango Caiçara, que reúne cerca de 30 instrumentos musicais – entre rabecas, violas, adufos, caixas de folia, tamancos e machetes – encomendados diretamente aos artesãos dos municípios de Iguape e Cananéia (SP), Paranaguá, Morretes e Guaraqueçaba (PR), é parte das ações do polo Instrumentos musicais do fandango caiçara, um dos 65 que fazem parte do Programa de Promoção do Artesanato de Tradição Cultural – Promoart.

Além dos instrumentos musicais, foram produzidos – exclusivamente para o evento – seis painéis expositivos e um bonito catálogo com 44 páginas coloridas, contendo um texto etnográfico e cerca de 80 fotografias (de Felipe Varanda, Leco de Souza, José Eduardo Gramani e Alexandre Pimentel), que retratam os artesãos e os diferentes processos de construção de instrumentos.

Depois de percorrer os municípios de Iguape, Cananéia, Morretes, Paranaguá e Guaraqueçaba, tendo em cada município uma inauguração específica, com a participação especial de fandangueiros locais, a exposição chega agora ao Município de Peruíbe, inaugurando um novo espaço cultural: a antiga Estação Ferroviária.

Fruto de um processo colaborativo da rede articulada pelo Museu Vivo do Fandango (a mesma responsável pela realização das duas edições do Encontro de Fandango e Cultura Caiçara, em 2006 e 2008, e pelo pedido de registro do Fandango como Patrimônio Imaterial do Brasil, junto ao Iphan), a exposição conta com a parceria regional das Prefeituras Municipais de Peruíbe e de Iguape, do Ponto de Cultura Caiçara (Cananéia), da Secretaria Municipal de Educação e Esportes de Morretes, da Fundação Municipal de Cultura de Paranaguá e da Cooperativa de Artesãos de Guaraqueçaba.

O Promoart é realizado pela Associação de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro-Acamufec/Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular/Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional-Iphan-DPI/Programa Mais Cultura/Ministério da Cultura, com parceria institucional e apoio financeiro do BNDES.

Estação dos Ritmos expõe obra de Jackson do Pandeiro

Uma exposição em formato multimídia, composta por biografia, discografia e fotografias do paraibano Jackson do Pandeiro, um dos ícones da cultura nordestina, poderá ser conferida a partir desta sexta-feira (5), no segundo pavimento da Torre Mirante da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no bairro do Altiplano. A exposição "Jackson do Pandeiro – Estação dos Ritmos" será aberta às 19h e permanece no local até o dia 28 de novembro, com horário de visitação de terça a sexta das 9h às 21h e sábados, domingos e feriado de 10h até as 21h.

"Estação dos Ritmos" faz referência ao autodidatismo de Jackson do Pandeiro, que aprendeu a tocar sozinho vários instrumentos (violão, pandeiro, pífano e caixa de fósforos). Na mostra o visitante vai encontrar fotografias da trajetória do artista – como shows e entrevistas que concedeu em programas radiofônicos e televisivos –, o registro de um acidente de automóvel que sofreu e seu encontro com jovens artistas da época, entre eles, Alceu Valença, Elba Ramalho e Zé Ramalho. Vai conferir também a exibição de documentários sobre a vida e obra de Jackson, que passou a ser conhecido e reconhecido internacionalmente como O Rei do Ritmo.

Uma parte dos objetos expostos nesta exposição faz parte do acervo do Museu de Jackson do Pandeiro, localizado em Alagoa Grande (PB), e outra do jornalista e biógrafo Fernando Moura, autor, juntamente com o jornalista Antônio Vicente, do livro "Jackson do Pandeiro – O Rei do Ritmo" e também idealizador da mostra.

A exposição é resultado de uma parceria entre a Estação Cabo Branco e o Serviço Social do Comércio (SESC) de Santo André (SP), que, de acordo com Fernando Moura, reedita, na terra do artista, parte da exposição montada em São Paulo nos meses de março a maio deste ano, integrando as comemorações pela passagem dos 90 anos do artista, comemorados em agosto de 2009. "Dessa forma, instituições públicas locais e nacionais vão disseminando a rica cultura paraibana, incorporando de pleno corpo à alma plena de um brasileiro imortal", comentou o jornalista Fernando Moura.

Jackson do Pandeiro – José Gomes Filho é natural de Alagoa Grande, região do brejo paraibano. A mãe era cantadora de coco, tocava zabumba e ganzá. Quando tinha 13 anos de idade, se mudou com a família para Campina Grande (PB), onde começou a prestar atenção nos cantadores de coco de roda e nos violeiros das feiras. O nome artístico, Jackson do Pandeiro, surgiu por influência dos filmes americanos de faroeste que assistia no cinema.

Na década de 1940, mudou-se para João Pessoa, onde tocou em cabarés e emissoras de rádio. Mais tarde foi para Recife, e foi lá, na Rádio Jornal do Comércio, que adotou definitivamente o nome Jackson do Pandeiro. Em 1953, gravou seus primeiros sucessos: "Sebastiana" (Rosil Cavalcanti) e "Forró em Limoeiro" (Edgar Ferreira). Três anos depois casou-se com Almira, que se tornou sua parceira nas apresentações. No mesmo ano foram para o Rio de Janeiro e Jackson foi contratado pela Rádio Nacional, onde foi um sucesso de público e crítica por sua maneira de cantar baiões, cocos, rojões, sambas e marchinhas de carnaval.

Sua influência é até hoje sentida em artistas que regravam as músicas que Jackson celebrizou, a exemplo de "O Canto da Ema", gravada por Lenine; "Na Base da Chinela", por Elba Ramalho; "Lágrima", por Chico Buarque, ou "Um a Um", pela banda Paralamas do Sucesso. Compositor inspirado e instrumentista de raro talento, popularizou outros clássicos da música nordestina, como "Chiclete com Banana" (Gordurinha/ Almira Castilho), "Xote de Copacabana" (José Gomes), "17 na Corrente" (Edgar Ferreira/ Manoel Firmino Alves), "Como Tem Zé na Paraíba" (Manezinho Araújo/ Catulo de Paula), "Cantiga do Sapo", "A Mulher do Aníbal", "Ele Disse" (Edgar Ferreira) e "Forró em Caruaru" (Zé Dantas). Em 1998, Jackson do Pandeiro foi o grande homenageado no 11º Prêmio Sharp de Música.

Dividindo com Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, a supremacia da base musical nordestina, influenciando gerações de todos os matizes, Jackson do Pandeiro, através de sua obra, precisa ser revisitado e reintroduzido em atentos ouvidos e corações, disse o biógrafo Fernando Moura. "Está nele o lastro inspirador para que a autêntica riqueza rítmica brasileira não se dilua ou seja triturada por um mercado insano. Este ainda é o país mais musical do planeta. É ver, ouvir e se deleitar. Boa viagem!", finalizou.

Fernando Moura – É paulistano, mas desde 1935 adotou a Paraíba como sua terra. Além de jornalista, é escritor e compositor. Escreveu e editou nos principais jornais e revistas paraibanos, desde 1979, quando iniciou a carreira, como repórter do Jornal O Norte, do Grupo Diários Associados Paraíba. Coordenou, entre 1983 e 90, o Departamento de Marketing do Banco do Estado da Paraíba. Atuou nas diretorias do Sindicato dos Jornalistas, Associação Paraibana de Imprensa (API) e Associação Atlética Banco do Estado. Fundou e presidiu, por dois mandatos, a Associação Centro Histórico Vivo (Acehrvo), organização não governamental que luta pelo processo de revitalização do patrimônio histórico de João Pessoa.

Autor, juntamente com o jornalista Antônio Vicente, da primeira e única biografia do cantor e compositor paraibano Jackson do Pandeiro, lançado pela Editora 34, de São Paulo, Fernando Moura montou o projeto que cria o Museu da Cidade, ora em desenvolvimento pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico da Paraíba (Iphaep). Ele também é criador e editor executivo da Textoarte Editora, empresa responsável pelo lançamento de mais de 100 títulos de autores paraibanos nos últimos dez anos, entre ficcionistas, poetas e ensaístas.

Atualmente está à frente da Coordenadoria do Patrimônio Cultural de João Pessoa (Copac/JP), órgão ligado à Secretaria de Planejamento (Seplan) da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP). No campo literário, vem desenvolvendo pesquisa para a montagem da biografia de Antônio Barros, o maior compositor de forró vivo da música brasileira. Também já escreveu livros sobre a história da Câmara Municipal da Capital Paraibana e outros trabalhos na área de memória, com destaque para as edições de 'Cidade de João Pessoa – Roteiro de Ontem e de Hoje', de José Américo de Almeida, e 'Álbum de Memória', contendo imagens antigas da cidade, a partir do acervo do Museu Walfredo Rodriguez. Atualmente também está preparando livro sobre personagens contemporâneos do universo cultural nordestino.

SERVIÇO:
JACKSON DO PANDEIRO – A ESTAÇÃO DO RITMO
Abertura: Sexta-feira (5)
Hora: 19h
Local: Segundo Pavimento da Torre Mirante da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no Altiplano.
A entrada é aberta ao público até o dia 28 novembro.
Visitação: Terça a sexta-feira, das 9h às 21h, e sábado e domingo, das 10h às 21h.

CONTATO PARA A IMPRENSA

FERNANDO MOURA



Abertas inscrições para exposições e mostra de vídeos no 3º Dia Percussivo

Estão abertas as inscrições para a mostra de vídeos que será realizada durante a programação do 3º Dia Percussivo. Os interessados poderão inscrever vídeos autorais ou não para exibição durante a programação do 3º Dia Percussivo. Os vídeos não devem ter mais que 60 minutos. Serão selecionados 7 vídeos apresentados durante os 3 turnos do evento.


Também ocorrerá uma exposição de instrumentos artesanais ou não durante a programação do 3º Dia Percusivo. Os artistas, lojas ou marcas que desejem expor instrumentos, teremos 8 stands.

Envie um e-mail para diapercussivojp@yahoo.com.br 
 
http://www.diapércussivo.blogspot.com/
 
(83) 8660-2308