
As primeiras obras escritas para grupos de percussão na história e um concerto dedicado ao primeiro baterista a editar métodos no segmento são duas, das obras que o Grupo de Percussão do Conservatório de Tatuí – grupo ligado ao Governo do Estado de São Paulo e à Secretaria de Estado da Cultura - apresentaram no último dia 6 no teatro “Procópio Ferreira”. Esta foi a segunda apresentação do grupo, coordenado por Luis Marcos Caldana, na temporada.
O concerto foi aberto por “Blue Rhythm Quintet”, de Anthony Korf. A obra, para quarteto de percussão, é dedica a Gene Krupa, o primeiro baterista a editar um método. “A peça, que é montada sobre tambores como um grande solo para bateria, está distribuída entre quatro percussionistas”, detalhou Caldana.
O programa conta ainda com a famosa “Batuque”, de Lorenzo Fernandes, arranjado para percussão por Ney Rosauro. Outras obras a serem apresentadas são “Rítmicas nº 5 e 6”, as primeiras peças compostas para grupo de percussão no mundo.
O concerto foi aberto por “Blue Rhythm Quintet”, de Anthony Korf. A obra, para quarteto de percussão, é dedica a Gene Krupa, o primeiro baterista a editar um método. “A peça, que é montada sobre tambores como um grande solo para bateria, está distribuída entre quatro percussionistas”, detalhou Caldana.
O programa conta ainda com a famosa “Batuque”, de Lorenzo Fernandes, arranjado para percussão por Ney Rosauro. Outras obras a serem apresentadas são “Rítmicas nº 5 e 6”, as primeiras peças compostas para grupo de percussão no mundo.
No mesmo concerto, o Grupo de Percussão do Conservatório de Tatuí será apresentada “Dichotomy”, de Anthony Cirone. Dividida em duas partes (como já antecipa o título), a obra utiliza instrumental padrão de orquestra e conta com solo de vibrafone, tendo característica jazzística. Duas peças curiosas encerram o programa da noite. “Ku-Ka-Ilimoku”, de Christopher Rouse, foi escrita inspirada na mitologia havaiana. “Ku-Ka-Ilimoku é o mais importante dos deus da mitologia havaiana, similar a Zeus, na Grécia”, detalhou Caldana.
A outra obra, “Fuga para Percussão”, de Lou Harrison, destaca-se por utilizar instrumentos nada convencionais, como serrote, bacias e, até, molas de amortecedores de veículos. “A peça tem como característica marcante a poliritmia e uso de sucata como instrumentos”, finalizou Caldana.
O Grupo de Percussão do Conservatório de Tatuí, que é o mais antigo grupo de percussão em funcionamento no país, é formado por instrumentistas profissionais e por alunos do nível avançado.
Informações: (15) 32514573 / http://www.conservatoriodetatui.org.br/
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